Rodando uma semana por Mykonos – Grécia



Mesmo quando comecei a ler sobre Mykonos (Grécia) não poderia imaginar que uma ilhazinha (metade do tamanho da Ilha Grande-RJ) pudesse ser um verdadeiro paraíso para turistas de todas as partes do mundo.

Aeroporto internacional, hotéis de luxo e festas para todos os gostos. Uma mistura de férias familiares com liberdade total para todos os tipos e estilos.

Topless de todos os lados, algumas famílias de nudistas brincando com os filhos em algumas praias e casais gays. Tudo em perfeita sintonia e respeito com as pessoas consideradas ‘normais’.

As construções em pedra, pintadas de branco, com portas e janelas coloridas dão o toque no visual em toda a ilha de Mykonos. Fruto da madeira escassa, esporádicos terremotos e da falta de dinheiro no passado para construções modernas – acabou virando marca registrada de ilhas gregas.

Mas o branco das casas se mistura às cores do belo mar limpo e transparente e ao céu com raras nuvens. A alegre música grega faz a trilha sonora dos milhares de turistas que circulam pela ilha nas épocas quentes do ano.

Para rodar pela ilha basta uma motinha ou um quadricículo (foi a nossa escolha). Para os mais exigentes, é possível alugar todos os tipos de carros. Mas, mesmo com uma altura máxima por volta de 350m e estradas razoáveis, o acesso à algumas praias é muitas vezes inviável. Aí quem resolve o problema são os barcos-táxis, embarcações de pescadores que se adaptam ao fluxo interminável de turistas cobrando um preço razoável.

 

Tranquilidade e conforto

A ilha vive basicamente do turismo. E vive bem. Tirando o inverno, a quantidade de dinheiro que circula é incrível, justificando a total segurança. Nem sequer ouvi falar de assaltos ou qualquer coisa do gênero. Rodamos a qualquer hora do dia e da noite sem qualquer tipo de preocupação.

Platys Gialos, Paradaise e Super Paradaise são as principais e mais procuradas praias, sempre com inúmeros iates ancorados e protegidas dos fortes ventos do norte.

Para fugir do sol escaldante no conforto de uma cadeira de sol o preço é meio salgado, mas se comer em um dos restaurantes acaba sendo grátis. O atendimento e o estilo se parecem com o do nordeste brasileiro.

A comida grega é famosa em todo o mundo, de qualidade e saborosa. Mas o cuidado tem que ser tomado quanto ao reaproveitamento de frutos do mar e coisas do gênero que podem não ser tão frescos assim.

A cultura também está fortemente presente na ilha. Museus, muitos belos pontos turísticos (moínhos de vento, little venice, farol, igrejas…), visuais inesquecíveis como um belo pôr-do-sol no mar ou a paz de uma praia deserta.

O centro da ilha é sempre cheio de turistas e têm lojas que vão dos souveniers aos grandes – e caros – negócios do mundo todo. Em meio ao comércio se misturam os restaurantes. Os gregos são sempre receptivos e gentis, quase todos falam inglês ou italiano fluentes.

Alemães, suíços e italianos lideram a lista dos turistas. Mas vi também muitos americanos, canadenses, espanhóis, australianos e – lógico – brasileiros. Todos na mesma sintonia, relaxando na praia ou curtindo nas noitadas que vão até de manhã na piscina ou na beira do mar.

Em casal, solteiro ou com os amigos, Mykonos será sempre uma bela pedida! Quem visita a ilha sabe que irá se surpreender a cada segundo. Seja com a cultura, paisagens, festassurpresas que só um lugar assim pode oferecer.

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Confira também no blog Turomaquia várias dicas de Creta e no blog 100 Rumos dicas de Mykonos, Santorini e muito mais!

PAZ!

Texto e fotos por Michel P. Zylberberg para o blog Rodando pelo Mundo

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Michel Zylberberg

Criei o blog em 2006 para compartilhar as minhas andanças pelo mundo, já rodei por mais de 20 países e gosto de incentivar as pessoas a conhecerem o que esse mundão maravilhoso tem a oferecer! Conto com a colaboração de amigos e convidados para poder trazer um conteúdo relevante e interessante, sempre junto com a minha grande paixão - a fotografia.