Rodando por Barcelona (Parte 2)

No segundo dia, depois de caprichar no café da manhã grátis do hotel, partimos cedo para o giro. Estávamos perto da estação ‘Liceu’ do metrô, do lado da ‘Rambla de Sant Josep’.

E foi por esta Rambla, em direção ao norte, que começamos a caminhada. Calor forte e muita gente pelas ruas, mas era muito melhor do que encarar o metrô subterrâneo quase sem ventilação.

Passamos pelo ‘Mercat de la Boqueria’, ‘Plaça de Catalunya’ e chegamos até o ‘Passeig de Gràcia’, a avenida onde estávam as atrações principais. A zona central da cidade se chama ‘Eixample’, marcada por numerosas riquezas arquitetônicas do modernismo.

Alguns quarteirões depois chegávamos à ‘Casa Batlló’ (foto 3), prédio muito interessante (parece uma série de grotas) construído por Gaudí entre 1905 e 1907, inspirado em São Jorge.

Como a fila era grande (pelo menos uma hora para entrar no prédio), decidimos entrar na vizinha ‘Casa Milà’ (La Pedrera) (foto 1), mais famosa e com um teto (foto 2) muito interessante com visão panorâmica da cidade. Valeu a pena.

Depois de mais alguns quilômetros de caminhada e com o mapa na mão, estávamos perto do ‘Park Güell’. Como o parque é gigante e têm duas entradas, por sorte uma senhora espanhola muito gentil se ofereceu a nos guiar até a entrada lateral onde estão várias escadas rolantes que aliviam a subida íngrime.

Subimos até a ‘cruz’, um dos pontos mais altos da cidade, para tirármos fotos panorâmicas (foto 8) e depois seguimos pelos labirintos da “cidade-jardim” chegando até o terraço com bancos de cerâmica coloridos (foto 4).

Uma parede de pedras em forma de onda (foto 5) também é outro ponto obrigatório para fotos. Assim como o espaço teatral (foto 6) e os belos prédios que há alguns anos se tornaram museu.

Pausa para o almoço, mais alguns quilômetros de caminhada – metrô e chegamos até a igreja ‘Sagrada Família’ (foto 7 e 9). O monumento mais visitado da cidade acabou nos frustando um pouco, porque não sabíamos que dentro tinha só um canteiro de obras (previstas para serem terminadas no fim de 2008).

Mas rodando mais um pouco em torno vímos o museu com fotos, maquetes e desenhos. Outras coisas interessantes e – o que mais impressiona de tudo – as fachadas externas imensas e com arquiteturas muito particulares.

Pegamos o metrô no mesmo quarteirão da igreja e voltamos até a estação ‘Diagonal’, continuando o nosso giro a pé pelas avenidas e Ramblas. Algumas compras para aproveitar as promoções de verão e uma cervejinha para recuperar as energias.

Para jantar escolhemos um dos muitos restaurantes na ‘Rambla dels Caputxins’. Frutos do mar e a popular “sangria” – bebida à base de frutas e vinho tinto – fecharam com chave de ouro um dia intenso por Barcelona.

Leia aqui a primeira parte da aventura, ou siga para a terceira e última parte.

Muita paz e boa semana para todos!

Valeu,
Michel P. Zylberberg
www.rodandopelomundo.com

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