Rodando por Amsterdam (Holanda)



Meu irmão Marcel passou alguns dias viajando pela Europa e colabora com o ‘Rodando Pelo Mundo’ em uma série de posts. Para começar bem ele deixa algumas dicas da incrível Amsterdam:

Primeira parte do Roteiro:

– 6 de julho, saída do Rio de Janeiro/Galeão, chegada em Lisboa/Portugal, dia 7 de julho. Saída para Amsterdam/Holanda – Shipol (TAP).
– 10 de julho, saída de Amsterdam– Shipol, chegada em Milão/Itália – Malpensa, dia 10 de julho (EasyJet).

Cheguei no aeroporto de Shipol, próximo de Amsterdam, e peguei um trem dentro do próprio aeroporto (plataformas 3 e 4, por €7). Depois de 25 minutos, cheguei na Estação Central de Amsterdam e logo na saída principal da estação tem o ponto final dos TRAM’s (que cobrem praticamente toda parte central da cidade). Para quem for passar alguns dias andando de TRAM, o ideal é comprar o StripTicket, que pode ser de 15 ou 30 viagens (sai muito mais barato que pagar cada viagem). Com o detalhe que você pode marcar a passagem e tem uma hora para entrar e sair do TRAM sem ter que pagar outra.

Fiquei ao lado do Vondel Park, um dos mais famosos parques de Amsterdam, no Hotel ABBA (Estação Overtoom – Hungensstrat, do TRAM – Linha 1), que recomendo por causa do atendimento e do café da manhã que foi – sem comparação – o melhor entre todos dos hotéis que fiquei. Tinha sanduíches, frios, frutas, sucos, leite, café.

Atrações:

1. Museus: a cidade tem mais de 35 museus, que têm temas históricos, religiosos, sobre drogas, camisinhas e sexo. Visitei o Van Gogh Museum, mas é proibido tirar fotos.
2. Museu de Ciências Naturais, NEMO: Fica sobre um túnel subaquático.

3. Praça Leidseplein: excelente para barzinhos, restaurantes, apresentações de artistas de rua, onde posso destacar os seguintes: Hard Rock Café – Amsterdam, Café de Ward, Café Kooper (mulheres de noite), Pizzarias, com pizzas e massas a 5 euros. Pirates. FOTO Spare Ribs for free, €12,50.

4. Rembrant Plein: conjunto de estátuas e um restaurante com a bandeira do Brasil, que não conheci.
5. Casa de Anne Frank: vale a pena ser visitada, pois é muito bem organizada (fotos proibidas também).

6. Museu Judaico (estudante  €4,50): Na praça ao lado desse Museu tem um lugar parecido com a feirinha da Uruguaiana, que tem no centro do Rio de Janeiro. Tem coisas muito baratas.

7. Red Light District: bairro tradicional e com certeza um dos lugares mais importantes para se visitar se for a Amsterdam. Lá você vai ver – mesmo a luz do dia, entre becos estreitos – uma infinidade de portas de vidro, com mullheres quase nuas chamando as pessoas para programas.

Existem também diversos bares e os famosos Cofee Shop, onde a venda de maconha é liberada para consumo interno, em áreas específicas. E esses Coffe Shops fecham cedo, por volta de meia noite. Posso citar alguns legais como All the way Downtown, GrassShopper e Pinochio.

Peguei o TRAM para a central e um trem para o Aeroporto. Voei pela EasyJet, de Amsterdam para Milão, na Itália. Do aeroporto de Milão para a estação Central fui de ônibus por €7.

Confira em breve algumas dicas de Milão-Itália e outros destinos pela Europa!

Agradeço meu irmão Marcel pela colaboração especial e conto com a participação de todos vocês!

Boa semana, abraço de muita paz!

Michel P. Zylberberg
www.rodandopelomundo.com

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Michel Zylberberg

Criei o blog em 2006 para compartilhar as minhas andanças pelo mundo, já rodei por mais de 20 países e gosto de incentivar as pessoas a conhecerem o que esse mundão maravilhoso tem a oferecer! Conto com a colaboração de amigos e convidados para poder trazer um conteúdo relevante e interessante, sempre junto com a minha grande paixão - a fotografia.