Decolar e não aterrar

Viagem é sempre sinônimo de férias, de reunião de trabalho, de intercâmbio, de novos lugares, novas culturas, descobertas.

Mas infelizmente existem muitos acidentes que muitas vezes interrompem o sonho, tornando-se pesadelo. Como o do vôo Air France AF 447.

Um dos medos mais frequentes é o de voar. Medo de altura ou vertigem. Claustrofobia. Pessoas que nunca pegariam um avião na vida.

“A assessora de imprensa da presidência da Petrobras, Adriana Van Sluings, de 40 anos, também era passageira. De acordo com sua mãe, a brasileira tinha medo de viajar de avião e adiou a partida para Paris em uma semana, mas finalmente acabou embarcando no voo AF 447.”

Este trecho de uma matéria do UOL sobre o acidente faz pensar no quanto vale a pena encarar um medo ou uma fobia.

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Eu nunca tive medo de voar, vôo desde criança. Já viajei tanto, em aviões de grande e de pequeno porte. Mas já vi tanta gente  suando frio, tomando todas para relaxar ou até mesmo tendo verdadeiras crises.

A vida é um eterno risco. Não penso na possibilidade de ter problemas, porque mesmo em casa posso tropeçar e cair. Mas um acidente assim, onde tantas pessoas morrem, repercute muito. E muita gente terá ainda mais medo de voar. Outros não.

Moro na Suíça e minha família está toda no Brasil. A da minha esposa está na Itália. Como encontraria todos, se não voando?

Desejo muita força às pessoas de 33 países que esperam notícias ou até mesmo um milagre.

Michel P. Zylberberg
www.rodandopelomundo.com

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