Archive for the 'entrevista' Category

Entrevista com Fernando L.A., um cara muito louco!

O nosso entrevistado da vez nos escreve diretamente de San Diego, Califórnia!

No auge dos seus vinte e tantos anos, colhe o sucesso que sempre mereceu. Não, ele não é a mais nova estrela cinematográfica made in Brazil. É sim um dos caras mais loucos e engraçados que já conheci e foi assim que surgiu a idéia desta entrevista.

Como ele mesmo se define no seu curioso perfil do orkut: heterossexual, baladeiro de plantão, estilo casual e minimalista e humor extrovertido/extravagante, seco/sarcástico, inteligente/sagaz… simpático.

E dispara uma das pérolas de Chico Buarque:

“Ouça um bom conselho / que lhe dou de graça / inútil dormir que a dor não passa. / Espere sentado ou você se cansa, / está provado que quem espera, / nunca alcança.(…)”

Mais um grande exemplo, como o de Carol Rivello, de brasucas conquistando sucesso e espaço pelo mundo.

Viajadores e viajadoras, com exclusividade para o nosso humilde blog:

Rodando Pelo Mundo: Quais países já conheceu, quer conhecer e aqueles que nunca iria?
Fernando L.A.: Já estive na Argentina, Uruguai, Argentina, US, China, Korea e Japão, nesta ordem, além do Brasil.
Conheço muito o povo argentino, coreano e americano.  É muito engraçado visão que cada um deles tem sobre o povo brasileiro:
- Os argentinos que conheci são bastante calorosos, amigáveis e humildes, mas gostariam ser tão malandro quanto acham que os brasileiro fazem.
- Os coreanos são desconfiados, fechados, inteligentes e sábios, mas gostariam de ser tão alegres e aproveitar a vida como acham que os brasileiros fazem.
- Os americanos são sistemáticos, individualistas e gostam de beber cerveja, mas gostariam de poder viver na linda cidade de Buenos Aires e ter uma linda casa em frente à praia de Copacabana, se comunicar em espanhol e vez ou outra ir a São Paulo para estar perto da rica floresta Amazônica, e ver bundas dançando samba por todo lado, como acham que o mais bem sucedido brasileiro faz.
Gostaria muito de conhecer os países da Europa, a Índia e Peru. Não iria nem para o Irã e nem Iraque.

RPM: Sendo um cara muito crítico e com uma visão particular do mundo, o que acha do povo americano?
FLA: É um povo um pouco vazio e metódico, que leva uma vida baseada em receitas, pois acreditam que ser bem sucedido e rico é mais importante que ser feliz.
Um americano típico usa roupas italianas, tem carro alemão, toma cerveja, assiste basebol ou futebol americano aos domingos, tem um hobbie qualquer - como golfe, barcos ou caça, vai a restaurantes caros aos fins de semana e trabalha o suficiente durante a semana.
O bom aqui é que o respeito aos indivíduos é muito valorizado e bem visto. Não por evolução, mas porque aqui o couro come, não importa quem seja. Por isto, é muito bom ser consumidor, paciente e pedestre por aqui.

RPM: Toda essa crise só começou ou já está acabando? Se encontrasse o nosso amigo Barack Obama para um cervejinha, que conselho daria?
FLA: Acho que a crise já está acabando…  Muito já se fez e se aprendeu.  Para o Obama, agora o novo presidente, diria para fechar a Apple, proibir o Iphone e mandar a Samsung pro buraco de onde ela veio.  Celular é Motorola hehehehe

RPM: E ao Bush? Lula?
FLA: O Bush, diria para matricular-se no mobral e para o Lula, ajudá-lo a fazer lição de casa, mas não passar-lhe cola nas provas.

RPM: Brasileiras ou gringas?
FLA: Diria que do México para baixo.

RPM: Pinga de alambique ou Blue Label?
FLA:
Eu gosto muito de vodka, pode até ser em garrafa de plástico.  O que importa mesmo é a compania e o naipe da festa.

RPM: Vale mais muito estudo ou talento e sorte? O que pesou mais para você?
FLA: O que mais abre portas na vida profissional sem dúvida nenhuma são os relacionamentos que se constrói durante toda a vida.
Para abraçar e dar continuidade às oportunidades - além das portas - é preciso ter confiança e vender muito bem o peixe. O talento e auto-crítica ajudam a dar a confiança.
Temos sempre que trabalhar os pontos fracos e expor os pontos fortes. Humildade, e irmandade ajudam a construir bons relacionamentos. É importante se interessar e aprender com os outros, pois ajuda a evoluir e criar relacionamentos.
Diria que o estudo é o menos importante, mas ajuda a exercitar a mente e tornar-se mais ágil. Uma visão positiva e saudável enxerga o que deu certo como sorte e, simplesmente passa por cima do que nunca daria certo, ao invés de chamar de azar.
O que me ajudou muito para esta oportunidade que apareceu foi um misto de gosto pelo trabalho, dedicação, perfeccionismo e bom humor.
O cara que me chamou para trabalhar aqui disse que gostou porque não importava a merda que acontecia, eu estava sempre sorrindo, calmo e focado nos resultados. Muitas das pessoas que me cercam são muito capacitadas tecnicamente e são muito competentes, mas poucas sabem trabalhar sob intensa pressão, num ambiente caótico e continuarem focadas e calmas mesmo quando as coisas não dão certo.

RPM: Saudade da época de faculdade? Era tão tranqüilo, quase não tinha festa…
FLA: Meu amigo, saudades de Santa Rita do Sapucaí só quem é de Cachoeira de Minas ou Conceição dos Ouros. Da época de faculdade, tenho saudades dos carnavais em Caxambú, São Lourenço e das festas bate-e-volta em Alfenas

RPM: Estados Unidos é (são?) famoso(s) pelo preconceito com os brasileiros. Rolou algo do tipo ou teu charme(!) fez a diferença?
FLA: Charme é boa!! ahahah!!! Para mim, ser brasileiro ajudou a puxar assunto e cativar muita gente por aqui. Não tive que pagar fiador nem depósito para alugar apartamento.  E, explicando que praia de Copacabana não é em Buenos Aires, me ajudou a conseguir um bom desconto para comprar o carro. Na verdade, o vendedor disse que ninguém antes havia conseguido tanto desconto!! Mas a placa do carro não chegou até hoje.. preciso ver o que aconteceu heueheh

RPM: Brasil só nas férias ou quer voltar de vez?
FLA:
Eu vou voltar de vez, com certeza!! Alguém vai ter que tomar conta ‘do lojinha’!!! hahaah

RPM: Tua família foi sempre muito ligada, como rolou essa despedida e como é o contato?
FLA: Minha família me deu muita força e segurança para aceitar esta transferência. O relacionamento que temos ajuda muito nos momentos difíceis.
A despedida é estranha: uns abraços, beijos, entra num corredorzinho e manda um tchau no aeroporto e já elvis!!
O contato é bem freqüente, e o skype e a webcam ajudam bastante a matar a saudade.

RPM: Fale um pouco da tua profissão e as chances no mercado internacional.
FLA: Minha formação é engenharia elétrica, mas trabalho como engenheiro de software.
Trabalho no time que integra as aplicações na plataforma de hardware e cria os diversos modelos de telefones celulares. Desenvolvemos os drivers que permitem a estas aplicações controlarem e conversarem com, por exemplo, câmera, bluetooth, teclado, flash, cabo USB, cartão de memória e todas as demais fontes de dor de cabeça e calvice.
O cronograma é muito apertado e a pressão para fazer acontecer é imensa. Muitas vezes temos mais perguntas do que respostas.
Temos também que suportar os diversos procedimentos que a fábrica usa para garantir a qualidade, os testes de certificação e ajuste dos transmissores e receptores, o que cria oportunidades de viagens e contato com pessoas do mundo todo.

RPM: Como combinado, quanto você tá ganhando por mês? … bom, o combinado era não perguntar. Então já sabemos que são muitas verdinhas! Quanto for te visitar as Millers são por sua conta então, beleza irmão!

FLA: Muito boa pergunta!! Digna da Hebe Camargo eheheh… como já perguntou, vou responder: é o suficiente pra toma umas pingas (vodkas, digo) no fim de semana, ter um hobbie qualquer, usar roupas italianas, ter um carro alemão, tomar cerveja, ir a restaurante aos fins de semana e assitir basebol ou futebol americano aos domingos :-))
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Valeu mesmo Fernandão, muita paz para você e para toda galera sempre!

Michel P. Zylberberg
www.rodandopelomundo.com

Cuidado com o Kiabbo!!!

Para a galera que achou o título do post meio estranho, calma que posso explicar. Kiabbo é o parceiro Marcelo Adnet no programa 15 minutos da MTV Brasil.
Kiabbo é também, na vida real, um grande amigo. Um cara muito louco que sempre buscou o sucesso e - merecidamente - conseguiu.
Lembro das vezes que a gente fazia um som em casa ou nos bares movidos a muita vodka ou do reveillon em Copacabana juntos no meio daquela zona toda. Ele esteve até na minha última festa antes de eu deixar o Brasil.
Mas não estou aqui para puxar saco de ninguém, até porque não preciso! Mas vale deixar a dica para quem ainda não conhece o trabalho desses malucos, basta procurar pelo nome do programa ou de um dos dois no youtube e se divertir. Talento puro!
Aí vai o texto sobre o programa no site da MTV:
Marcelo Adnet fala sobre todos os assuntos que permeiam esse mundão de uma forma sarcástica e divertida. Ainda no programa, junto com o seu inseparável amigo Kiabbo, o carioca faz versões de músicas sobre o que está rolando, tudo no improviso.
Kiabbo também tem feito entrevistas muito particulares com grandes artistas. Sarcasmo e cara-de-pau sempre foram seu forte. Aí vai a foto do meu amigo, mais mascarado que nunca!
Nome: Kiabbo da Silva
Nasceu: dia 25/09/1986
Ídolos: Slot, Ace Frehley, Godines, Mussum e Andy Kaufman
Livros: “Por Trás da Máscara” - biografia do Kiss
Filmes: “O Homem da Máscara de Ferro”, “O Máscara”, “Vanilla Sky”
Música: Iron com dois guitarristas e Superdrag
Hobbie: discotecar
Logo mais passo com mais novidades e curiosidades desse mundão muito doido! Porque a vida é muito melhor quando a gente dá risada da gente mesmo!
Bom domingão e muita paz galera! Valeu por tudo!
Michel P. Zylberberg
www.rodandopelomundo.com

Viajando nas artes da vida… [Julio]

“O acaso é uma ordem cujas leis desconhecemos”

Esta frase de Jean Arp ilustra bem como cheguei até ao trabalho de Julio Silver. E, com essa mesma frase presente em seu portfolio, o artista já demonstra grande conhecimento e cultura.

Tudo começou quando eu queria escutar uma rádio de minha cidade no Brasil e cheguei até ao site da Max FM. Impressinado com o belo visual e estrutura, fui atrás de qual agência havia produzido.

Não achei agência, mas sim um cara que faz sozinho todo o trabalho de uma equipe. Desenvolvimento de projetos, reuniões com clientes,  apresentações, administração…

E, rodando pelo seu portfolio e outras referências, acabei descobrindo muitas coisas em comum. É um daqueles casos (como o da Carol Rivello) em que virei fã na mesma hora.

Comecei a trocar e-mails e veio a idéia de fazer esse post, dando seqüência à série “Viajando nas artes da vida…“.

juliosilver, 1980, mineiro nascido em São Paulo, formado em design gráfico e design de produto (apesar de não atuar nesta segunda habilitação) e pós-graduando em marketing. Fotógrafo e ilustrador, quando a verba não permite contratar ambos profissionais; curioso, agitado e inquieto. Escreve algumas coisas quando sobra tempo, sempre encontra tempo para praticar algum esporte. Atualmente busca um bom lugar ao sol na concorrida praia do design.”

clique para ampliar

Mas - ao contrário de como ele se auto-descreve - um lugar ao sol ele já conquistou. O seu “hand made style” cheio de personalidade mostra que estilo mixado com talento e referências de qualidade fazem a diferença.

Impressos, marcas, embalagens, ilustrações, web, fotos… um trabalho muito variado que vale a pena conferir!

Além de tudo é casado e pai de dois filhos. Mas cuidar das crianças é já um prazer para quem consegue com tanta competência fazer um design de qualidade e refinamento.

Para quem ficou curioso e quiser conferir:

Julio Silver
site / blog / flickr / youtube
cel: (35) 9177-8400

Grande abraço e muita paz sempre galera!!!

Michel P. Zylberberg
www.rodandopelomundo.com

Rapidinhas!

Antes de partir de viagem para Barcelona, resolvi passar com algumas “rapidinhas”!

1. Lutando contra meu computador que trava 300 vezes em 5 minutos, consegui fazer um vídeo da viagem de Mykonos! O post tem sido muito acessado, então quem quiser conferir 6 minutos do resumo do giro pela ilha basta ir no post original: Rodando uma semana por Mykonos - Grécia ou na página de vídeos do blog!

2. Assim que ví na internet o livro ‘Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia’ (Nelson Motta, Editora Objetiva) fiquei desesperado para ler. Alguns dias atrás a minha irmã me trouxe do Brasil e não deu outra. Estou devorando as páginas com a mesma fúria que Tim devorava um ’sonho’ na padaria! Estou até com pena de ler rápido e acabar, porque vale mesmo a pena! Pelo menos se você tiver um pouco de louco e de músico no sangue.

3. Acabei de ler e fazer as marcações também no guia de Barcelona! Têm muitas dicas legais para o blog quando voltar de viagem e organizar tudo por aqui! Obrigado também à Patricia de Camargo do blog Turomaquia pelas dicas!

4. Registrei o domínio e agora o blog pode ser acessado também pelo endereço: www.rodandopelomundo.com ! Em breve muitas outras novidades!

5. Chega, vou trabalhar um pouco :D

Valeu galera, muita paz e participem sempre!
Michel P. Zylberberg

Entrevista com a Designer ‘Carol Rivello’

“Muita personalidade, simpatia e uma leve pitada de charme.
Um grande talento ‘Made in Brazil’!”

Assim poderia definir rapidamente a minha impressão dessa jovem designer mineira, que ainda criança foi morar em um paraíso mais conhecido como Florianópolis.

Carol Rivello, aos 22 anos já se formava em Design Gráfico, trabalhando como Diretora de Arte no Brasil e no exterior.

Na bagagem já conta também com experiência internacional, uma passagem pela J. Walter Thompson de Milão-Itália, trabalhando com clientes como Ferrè, Rolex, Yakult, Natuzzi e outros.

Adora música, comida, desenho e rodar pelo mundo!

Sempre gentil, aceitou a proposta para uma rápida entrevista escrita, que compartilho agora com vocês:

.Rodando pelo Mundo: Oi Carol! Em apenas três anos de formada, você já conquistou um grande espaço no complicado mundo do Design. Poderia falar um pouco de como rolou a escolha da profissão?

.Carol Rivello: Eu demorei um pouco a perceber que todas aquelas coisas que eu fazia desde criança (como ficar horas no computador desenhando fractais no logo, pintando no paint brush, ou então fazendo montagens no photoshop com fotos dos meus amigos) já eram indícios que eu tinha aptidão e paixão pela área. Cheguei a passar para Direito no vestibular, mas não cursei - para o desespero da minha família. Isso porque tinha lido sobre a profissão de Design em uma revista e me apaixonei. Fiz vestibular novamente, um ano depois, e tenho bastante orgulho dessa decisão que tomei.

.RPM: Como surgiu a oportunidade de trabalhar na Itália? Como foi trabalhar na área no exterior e como foi recebida e tratada pelos outros profissionais?

.Carol: A oportunidade na realidade não apareceu, eu fui atrás e batalhei bastante. Pedi demissão do meu antigo trabalho e fiquei um mês e meio organizando meu portifólio, fazendo aulas de italiano e correndo atrás do visto. Entrei em contato com algumas agências italianas daqui do Brasil, e chegando lá fiz entrevistas pessoalmente. Fui contratada na JWT, e só tenho coisas boas para falar de lá: todos me trataram muito bem, tiveram a maior paciência comigo, sem falar no nível profissional do lugar.

.RPM: O seu sobrenome é italiano, você tem o visto europeu? Se sim, o quanto é importante para quem quer trabalhar fora?

.Carol: Ainda não tenho o passaporte europeu mas pretendo voltar para a Itália ano que vem para dar entrada nele. É muito importante ter dupla cidadania, com ela você pode trabalhar em varios lugares da Europa, sem se preocupar com vistos, imigração, etc.

.RPM: Você foge completamente do esteriótipo social da mulher brasileira pelo mundo, rolou algum tipo de preconceito ou descriminação? Como isso pode mudar?

.Carol: Realmente as mulheres brasileiras são esteriotipadas de forma pejorativa no exterior, e em parte isso é compreensível. Mas é sempre importante lembrar que toda forma de preconceito é ignorante. Eu ainda por cima sou bem morena, tenho praticamente “brasileira” tatuado na testa, não tive como escapar dessa realidade. No começo me irritei muito, mas com o tempo fui adquirindo confiança e percebi que a forma como você se comporta faz toda diferença: com segurança e seriedade dá pra contornar bem essa realidade.

.RPM: Como funciona a relação ‘profissional X sentimental’ nessas horas? E como foi a decisão de voltar para o Brasil?

.Carol: Eu gosto de ter equilíbrio na minha vida, não vale a pena ser feliz só na profissão e não ter amigos, por exemplo. Quero ser uma ótima profissional, mas também uma boa madrinha, irmã, namorada, etc. E por isso voltei para o Brasil, para ir de encontro a essa minha filosofia.

.RPM: Na sua paixão pelo desenho você consegue passar uma forte identidade. Você prefere adaptar um trabalho ao seu estilo ou também se desliga e se adapta totalmente ao briefing?

.Carol: Acho que a a compreensão do seu próprio estilo e a adaptação dos seus trabalhos à ele vem naturalmente, com o tempo. Procuro tomar cuidado para não fazer coisas muito repetitivas e respeitar o briefing fornecido.

.RPM: o seu site pessoal é estruturado em inglês, mesmo trabalhando de novo no Brasil. Quais são as suas perspectivas sobre o Desing brasileiro e você ainda pensa na carreira internacional? Novos planos?

.Carol: Vamos por partes.

Escrever uma parte do site em inglês foi a forma que eu encontrei para que todos que o visitassem o entendessem um pouco.

Eu acho o Design Brasileiro muito criativo e espero que a profissão fique cada vez mais reconhecida e respeitada nacionalmente, e que nossas criações reflitam cada vez mais nossa realidade e cultura.

Sobre planos de novos trabalhos no exterior, a curto prazo só freelas.

.RPM: Uma de suas paixões é viajar e Floripa é um lugar maravilhoso. Poderia compartilhar algumas dicas de lugares e viagens?

.Carol: Nesse meu passeio pela Europa me apaixonei por 4 lugares: Barcelona, Berlim, Praga e Lisboa. Recomendo todas, são repletas de cultura, design, exposições e história. Floripa tem riquezas diferentes, como tranquilidade e muitas belezas naturais. Para quem quiser vir pra cá, recomendo um camarão em Santo Antônio seguido de um caldo de cana no Sambaqui.

.RPM: Você tem fluência em inglês e italiano. Como aprendeu estas línguas e valeu a pena? E como foi a escolha e qual será a próxima?

.Carol: Eu nunca fiz aula de inglês, mas tenho um bom domínio dessa língua. Talvez ter passado a infância inteira vendo seriados e ouvindo músicas em inglês ajudou. O italiano veio depois, aprendi pois sempre senti uma ligação com a Itália e com a cultura deles. Além disso, minha irmã Stella é formada em letras italiano, com certeza influenciou na minha escolha. Adoro estudar línguas, aprender sobre a origem delas, conhecer expressões. Minhas próximas aventuras são espanhol e latim.

.RPM: Qual é a trilha sonora que te acompanha nos momentos de inspiração? Poderia dar algumas dicas de músicas e outras artes?

.Carol: Eu geralmente me inspiro mais pelas letras das músicas que ouço do que pela melodia. Meu gosto é tão eclético que até tenho dificuldade em dar exemplos, depende do dia. Gosto de rock em geral, Architecture in Helsinki, Regina Spektor, Beatles, U2 e de músicas dos anos 80, aquelas beeem bregas.

.RPM: Para terminar, uma pergunta nada original… como você imagina que será a sua vida daqui 15 anos?

.Carol: Meu retorno a Floripa, assim como algumas decisões profissionais que tenho tomado, foi pensando em um futuro harmonioso, com tempo para os amigos, para família e profissão. Não quero ser uma daquelas pessoas que vive só para trabalhar, quero ter uma casa, cachorros e tempo para viajar. :)

Para conferir mais sobre o trabalho de Carol Rivello:

Fica o agradecimento pela grande atenção e respeito!

Desejando sempre muito sucesso e paz.

Que você conquiste tudo aquilo que sonha e continue sendo essa pessoa de alma leve e sorriso fácil. Valeu Carol!

Entrevista feita por Michel P. Zylberberg
www.rodandopelomundo.com