Minha cidade, meu destino: Ilha de Capri, Itália (Camilla Formisano | Capri)

Quantas vezes você pensou em viajar dentro da própria cidade? Muitas vezes deixamos de aproveitar muitas coisas que estão debaixo dos nossos narizes, e foi por isto que convidei alguns amigos especiais para participarem da série “Minha cidade, meu destino”, onde cada um irá publicar 5 fotos e 5 dicas especiais. O vigésimo primeiro post da série traz coisas grátis para fazer em um dos destinos luxuosos do mundo, existe coisa melhor? Barbara Bueno, do blog Brasil na Itália, luta para valorizar o turismo brasileiro na terra da pizza e compartilha essas dicas super bacanas da italiana Camilla Formisano, confira:

5 dicas de programas bacanas e grátis na ilha de Capri, afinal lá também existem coisas grátis para fazer :-)

Vamos ser honestos, não dá para dizer que Capri é uma ilha barata, mesmo assim aqui também existem coisas interessantes para fazer grátis. Essas são algumas das minhas sugestões para uma visita em Capri sem gastar nada (balsa para chegar na ilha à parte). Porque nós acreditamos que a beleza é uma coisa democrática e que todos tem o direito de aproveitar.

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Um passeio pela espetacular Via Krupp
É um dos lugares mais bonitos de Capri, um caminho com subidas e descidas que vai contornando a montanha do centro de Capri até Marina Piccola. O panorama durante o percurso é o mesmo dos Jardins de Augusto, mas aqui você não precisa pagar nenhum bilhete ou entrada! Além disso, se você gosta de caminhar, em Capri existem diversas trilhas onde você poderá descobrir panoramas incríveis, veja mais aqui.

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Um mergulho na frente dos Faraglioni
Que tal experimentar o prazer de nadar em frente aos Faraglioni de Capri? Não é preciso entrar em um balneário a pagamento: em Marina Piccola existem duas praias com acesso gratuito, uma delas com vista para os Faraglioni. Elas ficam para os lados do “Scoglio delle Sirene” e costumam ficar bem cheias durante o verão. A água é sempre transparente, o único defeito é que o sol vai embora já na metade da tarde. Aqui você descobre mais sobre o acesso às praias de Capri.

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Visitar o parque filosófico da Migliera
Sessenta tijolos que simbolizam as máximas e aforismos da filosofia ocidental. Um percurso em meio à natureza e para a mente criado por um casal de suecos, em um dos lugares menos frequentados e selvagens da ilha.

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Visitar a casa de McKenzie em Cetrella
Nos arredores do eremitério de Cetrella, um pouco abaixo do topo do Monte Solaro, você encontra a casa do escritor escocês. Hoje ela foi transformada em um centro de estudo da fauna e flora local, aberto a visitantes. Para obter informações sobre horários de visita, basta telefonar para +39 081.8371157. É possível chegar lá com uma trilha que parte da Piazza della Vittoria de Anacapri (mais ou menos uma hora de caminhada).

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Vip watching entre a Piazzetta e a Via Camerelle
O ponto de encontro dos VIPs que vem passar férias na ilha de Capri, durante o verão são as mesinhas da Piazzetta e a Via Camerelle. Aqui você poderá encher os olhos com as vitrinas das lojas de luxo e parar para assistir aos artesãos que criam sandálias feitas  a mão ali na sua frente. O horário melhor para encontrar um “vip”? No final da tarde, após às seis, quando todos os turistas que vem apenas passar o dia já foram embora.

As dicas do artigo foram escritas por Camilla Formisano e traduzidas por Barbara Bueno do blog Brasil na Itália, que também passou para português o site Capri.com.

Confira todos os posts da série “Minha cidade, meu destino”.

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Conheça o Parque Nacional de Krka (Sibenik), um verdadeiro oásis croata!

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Pertinho da cidade de Sibenik-Knin (Dalmácia central) e a cerca de 80 km de Split, encontra-se um dos mais lindos parques nacionais da Croácia e o segundo mais conhecido – depois dos lagos Plitvice -, o Parque Nacional de Krka.

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Com sete cascatas, sendo a principal delas e a mais impressionante a Cachoeira Skradinski Buk (e onde, inclusive, o turista pode tomar banho e nadar com os peixes!).

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Seja passeando de barco ou fazendo a trilha por uma passarela de madeira de cerca de 2 km pelo parque, a visão que se tem é de um pedaço do céu aqui na terra! Na primavera, com as flores e todo o verde ao redor, a paisagem e o passeio ficam ainda mais agradáveis. As águas azuis, verdes, as quedas d’água, as cavernas, fauna e flora, o cheiro da terra… sensações que só mesmo estando lá para descrever. Espetacular!

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Com aproximadamente 100 km² de superfície, é possível percorrer todo o parque por essas pontes de madeira e passar pelas diferentes cascatas e formações rochosas ao longo do parque. Possui também restaurantes e um pequeno museu etnográfico, logo na entrada do parque, onde é possível ver como funcionava os moinhos de engenho de antigamente. Um pouco de história dentro dessa maravilha que é Krka.

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De barco pode-se visitar a ilha de Visovak, o monastério de Krka, a cascata Roski slap e a fortaleza Trosenj. Da cidade de Skradin há saídas de barcos com guias locais, e reservas precisam ser feitas com antecedência.

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Pra quem curte engenharia e afins é possível conhecer um pouco da história do parque e saber sobre o plano da antiga hidroelétrica de Krka, de 1895. Também, com a queda d’água de Skradinski Buk de 50 m de altura, não tem como não ter sido uma hidroelétrica nos moldes do passado! Ao longo da trilha, painéis explicativos e as ruínas podem ser vistas, e uma curiosidade: a cidade de Sibenik, graças a esse projeto, recebeu energia elétrica antes mesmo de Viena, Roma, Londres e tantas outras cidades européias! Legal, né?

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Veja mais detalhes e informações sobre o parque no site oficial www.npkrka.hr e conheça mais sobre a Croácia aqui no Rodando Pelo Mundo, nos posts com muitas dicas sobre Zagreb Split.

Texto e fotos:
Debora Pedroni 
(colaboração exclusiva para o blog RodandoPeloMundo.com)

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Minha cidade, meu destino: Split, Croácia (Debora Peçanha)

Quantas vezes você pensou em viajar dentro da própria cidade? Muitas vezes deixamos de aproveitar muitas coisas que estão debaixo dos nossos narizes, e foi por isto que convidei alguns amigos especiais para participarem da série “Minha cidade, meu destino”, onde cada um irá publicar 5 fotos e 5 dicas especiais. Nossa décima oitava convidada, Debora Peçanha, não é blogueira (demos um empurrãozinho para que crie um blog em breve), mas vive na Croácia há um ano e, sempre que pode, gosta de estudar e fotografar a cidade em que mora, Split. Muita gente gostaria de conhecer melhor a Croácia, então aproveite essa “viagem” e boa leitura:

A parte mais difícil de qualquer coisa na vida é o início. O início de uma vida nova, um lugar novo, pessoas novas ao redor… E há mais ou menos um ano decidi iniciar minha jornada aqui, em Split, a segunda maior cidade da Croácia e a mais importante da região da Dalmácia. Com quase 200.000 habitantes, Split respira História Antiga, sendo o principal símbolo da cidade o Palácio de Diocleciano, imperador romano que governou entre 284 e 305. Patrimônio Cultural da Unesco desde 1979, as áreas ao redor do palácio são ocupadas por comerciantes locais e suas lojas de artesanato, produtos típicos da Dalmácia, como o vinho, o azeite de oliva e enfeites de lavanda.

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Peristil e Riva
Do alto do Peristil ( ou Torre do Sino), por apenas 10 kunas (R$ 4,00), é possível ter uma vista incrível da cidade e das ilhas que a cercam. Ali próximo também se localiza a Riva, um calçadão imenso onde locais e turistas desfilam tomando sorvete, passeando com cachorros ou simplesmente sentam-se em um dos inúmeros cafés pra uma boa conversa ou apenas relaxar. Nesses dias mais frios, eu adoro pedir um café e ficar observando as pessoas e como elas se vestem, como conversam…

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Marjan
Pertinho da Riva, um outro ponto importante da cidade é o monte Marjan (ma-ri-an). Localizado no final da Riva, o monte oferece uma vista espetacular da cidade. Com pouco mais de 179 metros de altura, é destino certo para os aventureiros e amantes da natureza. Coberto por pinheiros e cercado pelo mar, possui praias, pistas de caminhada e corrida, quadras de tênis, além de espaços para piquenique durante os dias mais quentes.

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Parque Nacional de Biokovo
Um outro parque nacional que vale a pena a visita, apesar de não ser no centro de Split, é o Parque Nacional de Biokovo. Localizada em Makarska, a cerca de 40 minutos de carro de Split, é a segunda maior montanha da Croácia. Com seu pico mais alto, Sveti Jure (São Jorge) a 1762 metros de altitude. Com uma capela construída no topo em homenagem a Sveti Jure, o pico tem acesso para carros, o que torna o passeio completo. Do alto, é possível avistar a Makarska Riviera, as ilhas da Dalmácia, e, em dias super claros, o topo do monte Gargano, na Itália. É ótimo para ciclismo, escalada, trekking, passeios a cavalo e parapente. Vale a pena conferir.

Agora, uma visita a Split não estará completa se não incluir as ilhas de Hvar, Brač e Korčula. Será uma dica dividida em três, afinal, toda essa beleza merece:

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Hvar
Localizada entre Brač e Korčula, Hvar possui, além de praias lindíssimas e águas cristalinas, campos de lavanda, oliva e vinhedos. Stari Grad (cidade antiga), ao norte da ilha, é hoje o principal porto da ilha, recebendo todo ano milhares de turistas que chegam de carro, moto e campers através das ferries que saem do centro de Split. Pra quem gosta, como eu, uma boa dica é alugar uma moto em Split, e atravessar de ferry, pois a ilha é cheia de estradas que são ótimas se exploradas de moto. A vida noturna também é agitada na cidade de Hvar, com seus cafés e restaurantes ao longo da Riva. Lá é possível ver celebridades em seus iates o tempo todo durante o verão.

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Brač
A ilha de Brač (bra-tch), a maior das ilhas da Dalmácia, tem como símbolo o famoso Zlatni Rat (Cabo Dourado), ao sul da ilha. A visão que se tem do alto do monte Vidova é incrível!! Na minha opinião, uma das praias mais bonitas da Croácia. Durante todo o verão, é possível acessar as ilhas através de ferries com saídas de Split e Makarska. Um outro fato interessante sobre Brač é que as pedras da ilha, conhecidas pela qualidade e brancura, foram usadas na construção da Casa Branca! Chique, né? Ah, e não deixem de provar o vinho local, conhecido como Plavac. À noite, vários concertos de música local e festivais folclóricos animam a região.

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Korčula
Por fim, a ilha de Korčula (kor-tchu-la), a minha favorita, pode ser alcançada por ferry a partir de Split e Dubrovnik. A cidade de Korcula é famosa por ser a cidade natal do escritor Marco Polo, e sua casa em breve será transformada no Museu Marco Polo. Além disso, a cidade é rica em arquitetura, história e cultura, e sua dança típica, moreska, é uma dança de espadas famosa pelo Mediterrâneo  e hoje em dia somente praticada em Korcula.

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Pastičada
Uma ótima dica é alugar uma bicicleta e sair pedalando pelas pequenas trilhas que cercam a ilha. Outra coisa que não pode faltar é experimentar as delícias da região como a pastičada, prato típico da Dalmácia, feito de gnocchi, carne com molho de tomate e especiarias. Olha, pastičada boa faz minha sogra…. rs sério!!! Mas tem uma Konoba, tipo de restaurante jeito de cantina italiana (pois aqui é grande a influência) chamado Varos, pra turista mesmo, que é legal. Quem busca uma opção mais barata, porém um pouco distante do Centro (cerca de meia hora de carro), pode ir ao restaurante do Shopping Lesnina, em Dugopolje. É um shopping pra coisas de casa, como móveis e coisas de interior, mas você poderá degustar uma boa pastičadahá nesse café e restaurante. Para acompanhar, experimente os vinhos grk e pošip.

Enfim, há tantas coisas a se fazer em Split, seja no verão ou no frio!! Venha conhecer!! Vidimo se!!

Autora: Debora Peçanha (créditos: texto e fotos)

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Minha cidade, meu destino: Lisboa (Ugo Esteves | Viver em Portugal)

Quantas vezes você pensou em viajar dentro da própria cidade? Muitas vezes deixamos de aproveitar muitas coisas que estão debaixo dos nossos narizes, e foi por isto que convidei alguns amigos especiais para participarem da série “Minha cidade, meu destino”, onde cada um irá publicar 5 fotos e 5 dicas especiais. Nosso décimo sétimo convidado é carioca, mora no Rio, mas na sua passagem pela bela e charmosa Lisboa, sentiu-se em casa. Ugo Esteves é autor do blog Viver em Portugal por Vinte Euros ao Dia. Nada melhor do que economizar em dias de crise, mas sem deixar de viajar com estilo… ora, pois!

Vou tentar entrar no espírito do Rodando Pelo Mundo e mostrar os destaques da minha passagem de 3 meses por Lisboa.

PASTÉIS AUTÊNTICOS DE BELÉM… SÓ EM BELÉM!
Os clérigos do Mosteiro de São Bento começaram a fabricar neste mesmo lugar, bem ao lado do Mosteiro, uns pastéis de nata que se transformou num sucesso e hoje, quase 200 anos depois, é uma das 7 maravilhas da culinária portuguesa.
Mas, atenção, pastel de nata tem em qualquer lugar mas Pastéis de Belém, somente na fábrica original, em Belém!

CASTELO DE SÃO JORGE
Em 1º de novembro de 1755 Lisboa foi quase totalmente destruída por um forte terremoto. Hoje, do alto de uma de suas 7 colinas podemos ter uma das mais belas visões do centro histórico da cidade, desde a beira do rio Tejo até a parte alta da cidade. É uma visão deslumbrante que se tem de Lisboa sendo também um dos pontos de destaque para quem está na parte baixa da cidade.

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ROSSIO, CORAÇÃO DE LISBOA
A Praça do Rossio é onde tudo acontece cercada por outros logradouros importantes como a Praça da Árvore, Praça dos Sapadores, Martim Afonso, Rua do Ouro e diversos outros.
Mas é no Rossio que todo mundo procura o que fazer. E como destaque, além de tudo mais de importante que a Praça possui, tem o primeiro bar a vender a Ginginha, bebida alcoólica típica de Portugal com a frutinha que é uma delícia. Ir a Lisboa e não visitar o Bar da Ginginha da Praça do Rossio é quase um pecado.

TOURADAS EM LISBOA
Lisboa dispõe de uma das melhores arenas de touradas da Europa  a Arena do Campo Pequeno. É um complexo misto esportivo-comercial de dar inveja. Tem shopping, supermercado, cinemas a arena de touradas e diversas outras atividades.
Eu sempre desejei assistir uma tourada ao vivo em outras viagens que fiz mas somente agora consegui realizar o meu sonho. Infelizmente no dia que fui, esqueci a câmera fotográfica em casa. Mas, para não perder a viagem, fotografei o ingresso para ficar de recordação.

ASCENSOR DA GLORIA
Lisboa dispõe de um sistema de transporte público exemplar. Conhecida como a Cidade das Sete Colinas, desenvolveu um meio de transporte através de elétricos (bondes), elevadores e ascensores que facilitam a vida dos moradores no deslocamento entre as partes baixa e alta da cidade. Isto desde o século 19, quando em 19.04.1884 foi inaugurado o Ascensor da Lavra.
Eu escolhi como destaque o Ascensor da Gloria porque é o mais procurado por levar até o Miradouro de São Pedro de Alcântara. Conforme falei anteriormente Lisboa, assim como Roma, se espalha entre 7 colinas e um dos melhores lugares para se apreciar toda a cidade, incluindo o Castelo de São Jorge e o Rio Tejo é deste Miradouro.

Espero ter proporcionado uma pálida ideia do sentimento de verdadeiro amor que nutro pela bela Lisboa. Eu sou apaixonado por ela.

Os “modelos” que aparecem nas fotos somos eu e a Eliete, minha esposa.

Ugo Esteves
Blog: Viver em Portugal por Vinte Euros ao Dia
Twitter: @UgoBigField

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1000 milhas pela Flórida… Smart way to live!

POST PATROCINADO

Venho de uma família de viajantes, mas eles acabam não sendo assíduos colaboradores do blog como eu gostaria. Meu irmão Marcel P. Zylberberg já escreveu alguns posts sobre suas viagens pelo mundo e hoje participa mais uma vez, com uma aventura entre as estradas e o céu da Flórida! Here we go:

Pessoal, esse post é para falar de uma viagem que fiz, um pouco corrida, e bastante intensa! Eu consegui uma folga no trabalho de uma semana, e não quis deixar passar, dentre as várias promoções que tinha visto de passagem aérea, a oportunidade de finalmente conhecer as famílias dos meus primos que se mudaram para os EUA há quase 15 anos.

Desafio…. como aproveitar 7 dias pela Flórida, visitar a família dos primos que moram a 200 milhas de distância, passar um tempo com cada um deles, conhecer novos lugares, fazer umas compras, e ainda de quebra, se jogar de um avião?!

Quando comecei a pensar na viagem, entrei em contato com meu primo que mora em Boyton Beach (uma cidade ao norte de Miami), perguntei sobre distâncias e falei para ele das minhas vontades, e minha grata surpresa foi: “primo, pode vir, te consigo um carro, e fica tranquilo que você consegue rodar por aqui e nos visitar numa boa!”

Vamos nessa!!!

Peguei um vôo direto, Rio-Miami, e chegando no aeroporto havia combinado com meu primo que o esperaria no saguão do aeroporto. Era por volta de 7:30 da manhã e dali ele iriamos direto para o trabalho dele… Fazia mais de 15 anos que não via o Victor, e ainda não conhecia os dois filhos dele… então fomos conversando bastante (e eu de olho nos caminhos) até o local de trabalho dele, perto do centro de Miami.

Conheci a galera que trabalha com ele e até fiquei babando nos carros e motos que tinha por lá:

Ele me ofereceu o carro para eu dar umas voltas enquanto ele passava a tarde no trabalho…. tive um pouco de receio, mas ele disse que era só confiar no GPS que tinha no painel do carro (era um Chrysler, super confortável), que era tranquilo. Essa foi minha primeira ida ao Dolphin Mall… mal sabia eu que depois de uns dias, conheceria cada loja daquele lugar…

Bom, no final do dia fizemos a curta viagem de 60 milhas entre o trabalho e a casa dele, em Boyton Beach!

Na manhã seguinte o mesmo itinerário, e eu prestando atenção nos (pedágios) Tolls, e a grande facilidade que é ter um Sun Pass (não saia pelas estradas sem ele), nas placas e tomando coragem pra rodar mais de carro por ali. Se não conseguisse pegar um carro para ficar o dia todo, eu tinha visto uma opção para alugar um carro, e para facilitar a vida. Indico a Miles Car Rental. Eles têm atendimento em português, com ótimos valores e carros para todos os gostos! Mas meu primo conseguiu um outro carro, para deixar comigo direto. Foi um “pequeno grande” carro que até então eu só tinha chegado perto para matar a curiosidade e tirar uma foto com os braços abertos, numa viagem para Milão, em 2008, o valente Smart!

E foi nesse carrinho desses que rodei as mais de 1000 milhas pela Flórida!

Bom, foi aí tratei de me acostumar com o carro, pegar cada vez mais confiança e meter o pé na estrada. Com ajuda de um GPS, e do Sunpass, rodei por Boyton, Miami, Homestead, Orlando e Deland!


Ver mapa maior

Dentre as diversões daquela semana de férias, pude curtir meus 4 sobrinhos, passar um tempo nas casas das famílias dos meus primos… Assistir uma corrida de moto no Homestead Speedway, fazer compras em vários locais diferentes entre Miami e Orlando, saltar de paraquedas duas vezes em Deland (faltou tempo para saltar mais) e conhecer novos brazucas por lá, e ainda fazer uma coisa que me acalma demais…. rodar kms e kms, me distraindo e deslizando pelo asfalto da Flórida. Uma dica para almoço em Orlando é o Café Netto, com uma comida brasileira excelente!

Foi engraçado que no caminho de Boyton Beach para Homestead, e que fiz por duas vezes (111 milhas), cheguei a pegar uma chuva absurda, que parou a rodovia. Meu carro era mínimo, perto daqueles caminhões e caminhonetes monstruosas… mas vou falar, muita gente abriu passagem para aquele carrinho valente… que andou sempre próximo dos limites de velocidade, não deixou a desejar em nenhuma ultrapassagem, e ainda foi bem prático ao caçar vagas pelas paradas do caminho. Só não dava pra comprar muita coisa… hehehe, afinal o carro só tem dois lugares e um pequeno porta-malas.

Ahhh, não podia deixar de falar… encher o tanque foi um grata surpresa… acostumado a gastar pra mais de 100 reais no Brasil, fiquei foi muito feliz ao pagar entre 15 a 20 USS por lá!!!

Pessoal, uma coisa que me ajudou demais, foi comprar um chip de celular dos EUA, com um plano de ligações ilimitadas para telefones fixos do Brasil, que serviu para poder ligar para os amigos e checar as encomendas, ligações ilimitadas para qualquer telefone dos EUA, e Internet ilimitada… para ter um socorro nos momentos que o GPS, ou as milhares de estradas daquele estado ficavam um pouco confusas… ;)

Não deixem de ir ao Dolphin Mall, Sawgrass Mills Mall, alguma loja Best Buy, Restaurante Hooters, Homestead Speedway – tem uma estrutura fantástica… você fica “dentro” do evento.. e ainda tem um brazuca correndo de moto por lá, é o Nicollas Ferreira, pela equipe brasileira DMS.

Em Orlando, vá comprar nos Premium Outlets, conheça a Navy Store, e não deixe de ir a Deland, para assistir e também saltar de paraquedas! Tome coragem… sempre vai ter pelo menos um brasileiro por lá também, para te ajudar! Quando fui, quem estava lá era o Cristiano.

Bom, escrevi muito… mas aquela semana viajando de carro foi boa demais!!!

Veja as outras colaborações do meu irmão no blog:
Rodando por Amsterdam (Holanda)
Rodando pelo Chile / Ilha de Páscoa

Abraços!!!
Marcel P. Zylberberg

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Minha cidade, meu destino: Toronto, Canadá (Mirella Matthiesen | MiKix no Mundo)

Quantas vezes você pensou em viajar dentro da própria cidade? Muitas vezes deixamos de aproveitar muitas coisas que estão debaixo dos nossos narizes, e foi por isto que convidei alguns amigos especiais para participarem da série “Minha cidade, meu destino”, onde cada um irá publicar 5 fotos e 5 dicas especiais. O nosso décimo sexto post representa, literalmente, um amadurecimento da série, pois fomos citados como destaque no “gigante” Melhores Destinos! E, para continuar em alto estilo, nada melhor do que um dos destinos mais procurados/desejados dos brasileiros – Toronto! A nossa convidada Mirella Matthiesen do blog MiKix no Mundo, além de morar lá, é também agente de intercâmbio e conhece cada detalhe da de uma das cidades mais multiculturais e seguras do mundo.

É com grande prazer que tomei coragem para atender o pedido do Michel e escrever para a série “Minha cidade, meu destino”. Confesso que foi complicado selecionar quais lugares de Toronto eu incluiria nessa listinha, mas segue aí meus favoritos:

Toronto Island
As vezes esquecida no meio do lago Ontário, essa ilha logo em frente a Toronto é um parque delicioso de aproveitar durante o verão e também nas outras estações do ano. No inverno complica um pouquinho, mas também dá pra encarar!
Tem parque de diversão pra criançada, espaço para pic-nic, praias e tudo o que você precisa para passar um dia bem agradável pertinho da natureza em TO.
Meu programa favorito é alugar uma bicicleta e passear por toda ilha, passando pelas marinas, casas dos moradores e parques. Quando me canso, deito em uma das praias para relaxar e esquecer da vida.
Para chegar, basta pegar um ferry desde o harbourfront e em alguns minutos você desembarca por lá, aproveite para tirar fotos bem legais do skyline de Toronto (como o da foto acima). [Leia Mais]

Distillery District
O que era uma área industrial e esquecida de Toronto, hoje está se transformando em um dos bairros mais descolados da cidade. E o início dessa transformação aconteceu com a inauguração do Distillery District, um antiga destilaria de arquitetura vitoriana, que foi totalmente restaurada e proporcionou o surgimento um dos lugares mais  fotogênicos de TO.
Além de ser uma delicia de caminhar, você pode aproveitar para experimentar restaurantes e cafés, ou descobrir boutiques e lojas de designs.
Confesso que fora dos festivais e eventos, a distillery nao é tão agitada para a night life, mas vale a pena e eu ADORO!!! A dica é dar uma passadinha por lá, depois de uma caminhada pela região do St Lawrence Market.

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Friday_lunch.jpg

Queen St West
Depois da University Ave. seguindo na Queen St W. (lado oeste), você chega no “novo” point da cidade.  A rua se revitalizou e se transformou em um dos lugares mais trendy de Toronto. Quanto mais ao oeste você for seguindo, mais alternativo vai ficando!
Lá encontra-se varias lojas de marca, boutiques, bares, restaurantes e muito mais…
Descendo uma rua para o Sul, a King St. W é o local das baladas noturnas.
E vale lembrar que tem alternativas para todos os bolsos e tribos!

Danforth Ave
Opa! E é assim que o bairro grego de Toronto garante noites agradáveis pelos vários restaurantes da Danforth, eu sempre me concentro entre as estações de metro da Chester e Pape. Vale escolher qualquer um, desde que não esqueça de saborear o famoso queijo flambado “Saganaki“…
Meu restaurante favorito no momento é o Pan on the Danforth.

Credits: Di St-Even (Flickr)

Yorkville
Pra quem gosta de sofisticação, boa localização, lojas de designers, restaurantes e o bairro mais fru-fru da Toronto, Yorkville é o destino certo! A localização é simplesmente perfeita, pois além de estar ali no buchicho, é pertinho do museu mais famoso da cidade, o ROM (Royal Ontario Musuem). A UofT (University of Toronto) também fica logo ao lado e proporciona uma viagem de arquitetura aos visitantes. Enfim, é só ir lá e curtir.

Puxa, que difícil foi escolher esses locais, e de pensar que deixei tantos outros a deriva, como o alternativo Kensigton Market, os restaurantes chineses de Markham, o burburinho da Eglinton x Yonge, o verão agitado das Beaches, o Harboufront, a região da prefeitura e Yonge x Dundas… enfim, Toronto é uma delicia, limpa, segura e os moradores sempre dispostos a te ajudar com o mapa ou dicas!

Mirella (Mia) Matthiesen
Blog: 
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Minha cidade, meu destino: Milão (Magê Santos | Milão nas mãos)

Quantas vezes você pensou em viajar dentro da própria cidade? Muitas vezes deixamos de aproveitar muitas coisas que estão debaixo dos nossos narizes, e foi por isto que convidei alguns amigos especiais para participarem da série“Minha cidade, meu destino”, onde cada um irá publicar 5 fotos e 5 dicas especiais. Chegamos ao décimo quinto post da série, e esse “Debut” nos enche de orgulho, por ter contado com a participação de grandes blogueiros falando sobre os mais diversos destinos mundo afora. Como toda festa de debutante que se preze, a Magê Santos do blog Milão nas mãos caprichou e foi muito além das 5 dicas, ela compartilha 5 categorias para você aproveitar o que a cosmopolita capital da moda tem de melhor!

Quando me candidatei a participar da série “Minha cidade, meu destino” logo comecei a me preocupar com uma dificuldade minha quando tenho que falar de Milão: conseguir escolher poucas coisas. Nesse caso, eram cinco.

Fiquei com aquilo na cabeça por dias, até que resolvi escolher 5 categorias, assim poderia reunir uma série de dicas da cidade que me recebeu há 11 anos, quando me casei com um milanês.

O meu encantamento por Milão era coisa de adolescente, coisa de páginas de revistas, onde eu via essa cidade elegante, já capital da moda. Depois que cheguei na cidade dos meus sonhos tudo isso só aumentou, porque só quem vive aqui sabe que Milão vai muito além da moda. É uma cidade discreta, de beleza pouco óbvia e com uma história riquíssima. Aqui está o meu potpourri de Milão para vocês.

O melhor do centro
Estão em todos os guias de turismo e não tem como fugir deles (e nem devem). Os grandes símbolos da cidade estão concentrados no centro. O majestoso Duomo de Milão impera absoluto na praça, com seus 135 pináculos e mais de 2.000 estátuas. Não deixe de visitar o telhado e os subterrâneos de uma das mais importantes catedrais góticas do mundo.

Mas a praça também hospeda pérolas como o Palazzo Reale (sede de importantes mostras), o Museu Novecentos e a famosa Galeria Vittorio Emanuele, construída entre 1865 e 1877 para ser um elegante corredor coberto que ligasse a praça Duomo à praça Scala. Entre e caminhe devagar, olhando para cima e apreciando os afrescos, estátuas e a magnífica cúpula de vidro. A lenda turística aconselha a apoiar o calcanhar no famoso toro a mosaico que fica no chão quase em correspondência com a cúpula e dar 3 voltinhas. Todo mundo faz.

Atravessando a Galeria Vittorio Emanuele, você vai encontrar a Praça Scala, que tem o nome de um dos mais famosos teatros de lírica do mundo. O exterior do teatro não impressiona, mas não deixe se desiludir: compre um ingresso para visitar o museu do teatro e você vai poder dar uma espiadinha na sala. Suntuosa!

E já que você está pelas imediações, não deixe de entrar na loja de departamentos La Rinascente para dar uma olhadinha e na saída prove o delicioso panzerotto do Luini que fica ali do lado, na Via Radegonda.

Do lado oposto da Praça Duomo, pegando Via Dante, você vai encontrar o nosso castelo medieval, o Castelo Sforzesco, sede de muitos museus municipais da cidade.

Os museus
As opções de museus em Milão são realmente incríveis, mas infelizmente as vezes eu tenho a impressão que os turistas conhecem mais as lojas do que as coleções de arte dessa cidade. Uma pena, porque tem para todos os gostos.

Se você gosta de arte antiga e história, visite o Museu Arqueológico e o Museu de Arte Antiga do Castelo Sforzesco.

Para quem quer o melhor da arte italiana dos grandes nomes, não pode deixar de visitar a Pinacoteca de Brera, a Pinacoteca do Castelo e a Pinacoteca Ambrosiana: Da Vinci, Caravaggio, Rafaello, Tiziano, Bergognone, Luini, Piero della Francesca. A lista é tão longa que daria um outro post.

Para os amantes da arte contemporânea a cidade oferece dois grandes e novos museus: o já citado Museu Novecentos na Praça Duomo e a belíssima Gallerie d’Italia na Praça Scala com o seu Canteiro 900. Essa última é a coleção privada de um banco e exibe também, em dois maravilhosos palácios uma coleção dedicada a arte do século 19. Até o momento a Gallerie d’Italia tem entrada gratuita e vale realmente uma visita.
Para os interessados em arquitetura , design e gráfica, Milão é a cidade ideal e você não pode deixar de visitar a famosa Triennale que tem sempre um calendário recheado de mostras sobre os temas.

Mostras temporárias e instalações interessantes você encontra no espaço HangarBicocca, que tem entrada gratuita.

E para fechar (por que a lista seria realmente imensa), a cidade também tem quatro casas-museus de valor histórico e artísticos imensos. No centro ficam a Poldi Pezzoli e Bagatti Valsecchi, duas casas do final do século 19 repletas de obras de arte e móveis expostos nos quartos e salas como se o tempo não tivesse passado. No eixo do Corso Venezia encontramos a minha menina dos olhos, a Villa Necchi Campiglio (1935) e a casa Boschi De Stefano (1950) que expõe a coleção privada de obras do século 20 do casal que morava ali.

Compras
Talvez alguém pense que tudo já tenha sido dito sobre compras em Milão, afinal, o turista que chega aqui já sabe onde ir. Para as compras de luxo todos correm para as ruas da moda (Via Montenapoleone, Sant’Andrea, Spiga e Manzoni) e arredores. As compras mais acessíveis, mas não menos interessantes, estão no eixo de ruas como Corso Vittorio Emanuele, Corso Buenos Aires e Corso Vercelli.

Mas se você quer realmente sair do óbvio e experimentar compras mais interessantes e descoladas, a minha dica é se aventurar em Corso di Porta Ticinese e arredores que propõe lojas e brechós realmente interessantes como Cavalli e Nastri, Wait and See, My Room, Serendeepity, Par5 e muitas outras.

Em Brera e Corso Garibaldi você também encontra opções legais para compras descoladas.

Bairros
Pouco ou muito tempo que você tenha, deixe de ficar dando voltinhas só pelo centro e se adentre para um passeio sem compromisso entre as lojas, galerias e brechós em bairros como Brera e Navigli ou procure um restaurante legal na interessante Zona Tortona, área industrial da cidade nos anos 60 que hoje foi redescoberta por artistas e estilistas que ali transferiram estúdios e escritórios.

O recente fenômeno da verticalização de Milão você pode ver em bairros como Porta Nuova e Milano City Life, a área da ex feira que está se transformando em um parque e bairro residencial.

Happy Hour
Aqui é chamado de aperitivo, existe em todo o país, mas o happy hour que hoje todo mundo frequenta na Itália foi inventado aqui. Milão é “a” cidade do aperitivo. A partir das 18 quase todos os bares, centrais e periféricos, caros e baratos, descolados e chiques propõe um buffet de infinitos pratos disponíveis para quem entrar para tomar um drink, que tem preços por volta dos 10-12 euros (alguns bares e restaurantes não têm buffet e servem à mesa um prato com uma seleção de petiscos).

Você descansa depois de um dia de turismo, toma um drink, come e vive a cidade como um milanês.

Aventure-se então nos mais diferentes bares da área do Navigli, Brera, Porta Nuova ou no centro. Spritz, Terazza Aperol, Corsia dei Giardini, Cream Lounge, Bar Brera e Jamaica são só algumas das muitas opções em Milão que você pode conhecer.

Magê Santos
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