O Rodando Pelo Mundo e a competição Big Blog Exchange

Nunca tive grandes pretensões nesse meu trabalho no Rodando Pelo Mundo, um blog que acima de tudo é um fruto da minha paixão por viajar e desbravar o mundo! Já são quase 7 anos compartilhando viagens, fotos, pensamentos, colaborações especiais, entrevistas, vídeos, e até mesmo alguns projetos especiais como os dois concursos fotográficos.

Eu nunca participei de concursos com o blog, acho chato pedir votos e tudo mais, mas acabei não resistindo ao ver uma competição inovadora chamada The Big Blog Exchange - que prometia “mudar o mundo usando a força dos blogs”, promovida pela Hostelling International. A primeira fase contou com mais de 1.000 blogs inscritos e – com a força incrível de muitos amigos e de cada um de vocês – acabei ficando em décimo lugar no ranking mundial e segundo no europeu (apesar de ser brasileiro e escrever em português, eu moro na Suíça)!

White-FB-Timeline-Banner2

final-banner-205x250Escrevi esse post no momento em que faltava apenas 1 dia na contagem regressiva para o anúncio dos 16 finalistas que trocarão de vidas/blogs por dez dias e a expectativa é fortíssima! Eu não escolho blogs favoritos no caso de ser um dos finalistas, trocaria com todos os outros! Infelizmente não foi dessa vez, mas só o apoio incondicional com quase 1.000 votos e o fato de fazer parte desse projeto e ter a possibilidade de ajudar a construir um mundo melhor – e com menos preconceito – já valeu muito mais do que qualquer outro prêmio!

Não estou sozinho nessa corrida, pois alguns outros blogs parceiros mandaram super bem e também estão na disputa! Destaque para a RBBV (Rede Brasileira de Blogueiros de Viagem), que emplacou 7 finalistas entre os 100 mais votados! Boa sorte para todos nós! Temos um grande representante entre os finalistas, o 360meridianos! Parabéns!

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Esse post será “interativo”, vou editá-lo com o êxito – positivo ou negativo – que esse anúncio possa ter. Esperando e torcendo muito para que seja positivo, claro! E seria muito legal ter você comentando e torcendo com a gente!

Não estamos entre os 16 escolhidos para final, mas ganhamos esse desafio, pelo apoio incrível e incondicional que recebemos, pela torcida, amizade e carinho! Foi incrível ser o décimo mais votado no mundo e o segundo na Europa, foi importante para o blog, para dar um força nesse trabalho que fazemos com tanta dedicação. Obrigado milhões de vezes, a cada um de vocês e todos que votaram, compartilharam e torceram!

Abraço e paz,

Michel P. Zylberberg
www.rodandopelomundo.com

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Rodando por St. Moritz, um dos principais destinos turísticos da Suíça (parte 2 – Snowboard)

Depois do post falando sobre a viagem, chegou a  vez de contar tudo sobre a aula de Snowboard, a primeira vez que me aventurei nesse esporte! Na terça acordamos cedinho pra tomarmos um bom café, pois as 8:30 o professor de Snowboard já pegaria a gente na porta do hotel. Um tal Filippo Crudeli, um cara de fala mansa e super tranquilo, chegou pontualmente e partimos pra loja Skiservice Corvatsch de Signalbahn pra alugar o equipamento, onde o Patrik nos serviu com um atendimento de primeira qualidade! Bota especial e capacete ajustados, era hora de irmos para o destino, uma pista exclusiva do complexo do Hotel Suvretta House (5 estrelas). O tempo estava nublado e não poderíamos subir até o ponto mais alto da pista por causa da forte neblina, mas provavelmente não subiríamos mesmo, porque como era a primeira vez que eu tentaria me aventurar com o Snowboard, decidimos usar o espaço da escola das crianças. (Será que ouvi risadinhas de alguém aí lendo o texto? :D ) Eu, depois de burro velho, tentando os primeiros movimentos no Snow e a criançada de 4/5 anos já pulando rampa e obstáculos. Vida cruel! Mas esse “tango” na neve com o Filippo “Crudo” devagarzinho foi dando os primeiros resultados. Eu nunca consegui andar de skate e tentei surfar algumas vezes sem muito êxito, mas com o Snow me senti mais “em casa” e aos poucos fui destravando, pegando o jeito. Uma coisa é certa, ter aulas no começo é fundamental para evitar erros e ter uma boa base. E, claro, também diminuir as chances de se machucar. Primeiro pratiquei a descida mais básica, virado de frente para a pista e levantando os pés para controlar o ritmo e direção da descida. Dessa forma passamos pra pista maior e desci umas 3 vezes na boa. Depois foi a vez de treinar a descida de costas pra pista, que achei bem mais difícil, por não poder ver onde estava indo. Mas também consegui pegar o jeito, sempre com a grande ajuda do Crudo acompanhando de perto e dando uns toques. Ele até aproveitou para filmar algumas dessas decidas, mas acabou que as baterias do celular e da máquina fotográfica descarregaram por causa do frio. É um problema muito comum, mas sorte que ainda conseguimos registrar alguns momentos.

Com a descida de frente e costas no currículo, passamos pra parte das curvas alternando frente e costas, movimento que achei bem mais complicado, mas pegando o tempo certinho, até que consegui me sair bem. O segredo é alternar de uma pra outra fazendo um trecho em descida vertical entre elas. Costas-reto-frente e vice-e-versa. Claro que na teoria aqui parece tudo bem fácil, mas o Crudo me explicava que, como em todos esportes, depende de cada um. Ele contou que tem gente que precisa de uma semana de aula pra conseguir pegar uma base legal, outros literalmente “travados” encontram ainda mais dificuldades. Mas ele já deu aula para muitos brasileiros (falando em inglês ou italiano) e elogiou nós, órfãos de neve, que acabamos aprendendo em pouco tempo. Minha esposa também aproveitou e colocou em prática um pouco do que já havia aprendido uns anos antes. É incrível como a base fica, mesmo com tanto tempo sem praticar. A pista também ajudou bastante, pois a infra-estrutura é toda pensada para facilitar o aprendizado. Mas o fator idade também pesa, impressionante como a criançada pega o jeito rapidinho. O ideal é aprender até uns 13 anos, mas não existem regras nem limites, só a idade mínima que é a partir dos 4 anos (ou 3, não sei ao certo).

Eu fechei essa experiência com elogios, mas ainda com receio de tentar sozinho, porque a minha maior dificuldade acabou sendo na hora de levantar e começar a descer. Para ajeitar a prancha nos pés precisava ser sentado, aí para levantar eu acabava caindo de novo ou saindo meio sem jeito, mas também é questão de prática (e um pouco de músculos abdominais substituindo a pança de cerveja). Não gosto da palavra arrependimento, mas poderia ter deixado a preguiça de lado e tentado muito antes, já que o que não falta por aqui é neve!

Se você pensa em fazer um curso de Snowboard ou esqui em St. Moritz, a temporada de inverno vai de dezembro até metade de abril, e no auge do inverno a escola chega a contar com 200 professores. Os preços variam muito, então faça uma pesquisa nesse site com todas escolas de Snowboard e Esqui da região de St. Moritz. Nele você também poderá fechar pacotes para grupos, aulas privadas ou também alugar equipamentos e comprar o ”ski pass” – tudo online. Depois da aula convidamos o Crudo pra um almoço perto do hotel e acabei descobrindo que ele era profissional e tinha participado de competições oficiais durante dez anos, tinha até patrocínio da Quiksilver! Pendurou as chuteiras em 2012, depois de cansar de arrebentar o joelho, mas passa o ano todo dando aulas nos Alpes, entre Suíça e Itália. Ele tem um blog com um material super legal, o endereço é filippocrudeli.wordpress.com

Agradeço mais uma vez o apoio da Engadin St. Moritz e Suíça Turismoque, através dos parceiros citados acima, nos apoiaram nessa aventura. Confira como foi a nossa viagem no link abaixo, espero te rever em breve por aqui com o quarto post dessa série sobre a incrível região de St. Moritz!

Leia também aqui no blog:
Rodando por St. Moritz | parte 1 – a viagem

Rodando por St. Moritz | parte 3 – Muottas Muragl

Abraço e paz,

Michel P. Zylberberg
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Minha cidade, meu destino: Toronto, Canadá (Mirella Matthiesen | MiKix no Mundo)

Quantas vezes você pensou em viajar dentro da própria cidade? Muitas vezes deixamos de aproveitar muitas coisas que estão debaixo dos nossos narizes, e foi por isto que convidei alguns amigos especiais para participarem da série “Minha cidade, meu destino”, onde cada um irá publicar 5 fotos e 5 dicas especiais. O nosso décimo sexto post representa, literalmente, um amadurecimento da série, pois fomos citados como destaque no “gigante” Melhores Destinos! E, para continuar em alto estilo, nada melhor do que um dos destinos mais procurados/desejados dos brasileiros – Toronto! A nossa convidada Mirella Matthiesen do blog MiKix no Mundo, além de morar lá, é também agente de intercâmbio e conhece cada detalhe da de uma das cidades mais multiculturais e seguras do mundo.

É com grande prazer que tomei coragem para atender o pedido do Michel e escrever para a série “Minha cidade, meu destino”. Confesso que foi complicado selecionar quais lugares de Toronto eu incluiria nessa listinha, mas segue aí meus favoritos:

Toronto Island
As vezes esquecida no meio do lago Ontário, essa ilha logo em frente a Toronto é um parque delicioso de aproveitar durante o verão e também nas outras estações do ano. No inverno complica um pouquinho, mas também dá pra encarar!
Tem parque de diversão pra criançada, espaço para pic-nic, praias e tudo o que você precisa para passar um dia bem agradável pertinho da natureza em TO.
Meu programa favorito é alugar uma bicicleta e passear por toda ilha, passando pelas marinas, casas dos moradores e parques. Quando me canso, deito em uma das praias para relaxar e esquecer da vida.
Para chegar, basta pegar um ferry desde o harbourfront e em alguns minutos você desembarca por lá, aproveite para tirar fotos bem legais do skyline de Toronto (como o da foto acima). [Leia Mais]

Distillery District
O que era uma área industrial e esquecida de Toronto, hoje está se transformando em um dos bairros mais descolados da cidade. E o início dessa transformação aconteceu com a inauguração do Distillery District, um antiga destilaria de arquitetura vitoriana, que foi totalmente restaurada e proporcionou o surgimento um dos lugares mais  fotogênicos de TO.
Além de ser uma delicia de caminhar, você pode aproveitar para experimentar restaurantes e cafés, ou descobrir boutiques e lojas de designs.
Confesso que fora dos festivais e eventos, a distillery nao é tão agitada para a night life, mas vale a pena e eu ADORO!!! A dica é dar uma passadinha por lá, depois de uma caminhada pela região do St Lawrence Market.

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Friday_lunch.jpg

Queen St West
Depois da University Ave. seguindo na Queen St W. (lado oeste), você chega no “novo” point da cidade.  A rua se revitalizou e se transformou em um dos lugares mais trendy de Toronto. Quanto mais ao oeste você for seguindo, mais alternativo vai ficando!
Lá encontra-se varias lojas de marca, boutiques, bares, restaurantes e muito mais…
Descendo uma rua para o Sul, a King St. W é o local das baladas noturnas.
E vale lembrar que tem alternativas para todos os bolsos e tribos!

Danforth Ave
Opa! E é assim que o bairro grego de Toronto garante noites agradáveis pelos vários restaurantes da Danforth, eu sempre me concentro entre as estações de metro da Chester e Pape. Vale escolher qualquer um, desde que não esqueça de saborear o famoso queijo flambado “Saganaki“…
Meu restaurante favorito no momento é o Pan on the Danforth.

Credits: Di St-Even (Flickr)

Yorkville
Pra quem gosta de sofisticação, boa localização, lojas de designers, restaurantes e o bairro mais fru-fru da Toronto, Yorkville é o destino certo! A localização é simplesmente perfeita, pois além de estar ali no buchicho, é pertinho do museu mais famoso da cidade, o ROM (Royal Ontario Musuem). A UofT (University of Toronto) também fica logo ao lado e proporciona uma viagem de arquitetura aos visitantes. Enfim, é só ir lá e curtir.

Puxa, que difícil foi escolher esses locais, e de pensar que deixei tantos outros a deriva, como o alternativo Kensigton Market, os restaurantes chineses de Markham, o burburinho da Eglinton x Yonge, o verão agitado das Beaches, o Harboufront, a região da prefeitura e Yonge x Dundas… enfim, Toronto é uma delicia, limpa, segura e os moradores sempre dispostos a te ajudar com o mapa ou dicas!

Mirella (Mia) Matthiesen
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Confira todos os posts da série “Minha cidade, meu destino”.

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Rodando por St. Moritz, um dos principais destinos turísticos da Suíça (parte 1 – a viagem)

A Suíça é mesmo um país incrível, cheio de cenários paradisíacos e contrastes alucinantes. Faço esta afirmação depois de quase 8 anos morando aqui, sendo que, mesmo depois de tanto tempo, ainda consigo manter o prazer de viajar me sentindo um verdadeiro turista. Claro que ainda faltam muitas coisas pra explorar na terra dos Alpes, canivetes e chocolates, mas recentemente tive o prazer de viajar por um dos destinos turísticos mais conhecidos e badalados do mundo, a incrível região de St. Moritz.

A escolha do destino partiu de um desejo de longa data, uma viagem de trem com o lendário Glacier Express, que vai de Zermatt (Matterhorn) à St. Moritz (Engadine Superior), ou vice-versa. Esse trem panorâmico que viaja através dos Alpes suíços, também conhecido como “Expresso das Geleiras” sempre me fascinou, tanto que escrevi um post com informações sobre ele em 2010. Três anos se passaram e finalmente o sonho se realizou. Mas como esse é um post contando um pouco sobre a viagem, em breve publicaremos todos os detalhes sobre essa experiência única!

Desembarcamos na estação de trem de St. Moritz quarta-feira e fomos diretamente para o Hotel Laudinella, já que tivemos um contratempo na viagem e acabou ficando tarde. Com a escuridão, não deu para ter uma impressão do que nos esperava, mas na recepção entregaram uma bolsa que me fez perceber que a manhã seguinte recompensaria todo o cansaço da viagem – eram os documentos da Engadin St. Moritz, ente turístico oficial da região, que havia preparado algumas “surpresas” durante a nossa estadia.

Acordamos cedinho e depois de um café da manhã reforçado fui até a recepção do hotel, pois o nosso (minha esposa e filha me acompanharam nessa viagem) professor de Snowboard estava esperando. Em tantos anos morando aqui, o máximo que eu havia feito em relação a esse esporte era comprar as roupas adequadas, que finalmente acabei usando durante as 3 horas de aula. Quem já fez Snowboard sabe a sensação incrível que senti ao deslizar na neve. Consegui pegar uma base legal e até cheguei a arriscar algumas curvas, mas cair faz parte do processo de aprendizagem. Veja todos os detalhes e um vídeo sobre essa aula nesse post!

Depois da manhã toda de esporte, aproveitamos a tarde livre para passear pelo famoso centro da cidade, cercado por muitos hotéis e lojas para todos os gostos. A caminhada logo acabou virando uma correria, porque eu queria achar o melhor lugar para fotografar o Lago de  St. Moritz completamente congelado durante o por-do-sol. Pede informação de cá, tenta de lá, sobe, desce, uma parte do lago daqui, outra ali e nada de encontrar uma bela vista que rendesse uma foto panorâmica. Quando estava desistindo minha esposa achou a garagem de um prédio onde dava para ver o lago todo, aí foi só clicar como doido e aproveitar um dos contrastes mais bonitos que vi – neve, sol, montanha, cidade… tudo em uma harmonia incrível! Voltamos para o jantar no hotel com a satisfação e o cartão de memória completamente cheios :)

O centro da cidade foi o destino da manhã seguinte, mas desta vez com uma guia local que revelou todos os segredos e curiosidades de lugares que acabam passando desapercebidos – especialmente quando corro pra cima e pra baixo pra fotografar.

Ela nos pegou de carro no hotel e foi até o Estacionamento Serletta (Parkhaus Serletta), onde fica também a “The St. Moritz Design Gallery”, um lugar bem interessante com uma ponte que acabou se revelando o melhor lugar para fotografar o lago. O pensamento “ah, se eu soubesse…” foi inevitável. E vários outros cliques também.

Seguimos o passeio guiado pelo centro e fomos até o Olympia Bob Run, uma pista de gelo natural incrível, onde rolou o mundial de Bob e Skeleton (aqueles carrinhos que deslizam feito loucos fazendo curvas na neve) esse ano. Até o Ronaldo Fenômeno esteve por lá fanfarrando. Ainda não entendeu de qual esporte estou falando? É aquele do filme Jamaica abaixo de Zero (Cool Runnings, 1993), que já passou milhões de vezes na TV.

Já no caminho de volta para o estacionamento, paramos para um bom café na varanda do charmoso Chesa Al Parc (Kulm Hotel). O frio era grande, mas o sol e o dia eram muito bonitos. Tinha até um cobertor em cada cadeira para quem quisesse se aquecer melhor. Gostamos muito e parece que a noite eles se transformam em um ótimo restaurante. Darei muito mais detalhes em um futuro post sobre esse passeio.

Pegamos o carro e fomos até a estação na base da montanha Muottas Muragl, sem dúvida um dos lugares mais bonitos que já vi. Quando o trenzinho começou a subir (parece frase de mineiro) senti o incrível panorama que encontraríamos no alto. Uma paisagem de tirar o fôlego a cerca 2500 metros de altitude. E não só, mas a estrutura também era uma coisa de outro mundo, com um belíssimo restaurante, parque para crianças e muito mais. Passeamos um pouco mais pra cima das montanhas perto do restaurante e depois, quando a fome ficou mais forte que o frio, voltamos para almoçar. Comida muito boa, alto padrão. Tinha um terraço muito convidativo lotado de gente, mas preferimos uma mesa dentro do restaurante por causa da minha filha pequena. Saiba mais sobre essa experiência nas alturas nesse post!

Depois dos 2456 metros de Muottas Muragl, foi a vez dos 3057 de Piz Nair. Subi saindo do centro de St. Moritz, pegando dois trenzinhos até Corviglia e depois um bondinho, sempre junto com muitos esquiadores. Ver aquele planeta de neve de cima, tomando um café com “formiguinhas” que esquiavam pra por todos os lados, foi uma sensação muito legal. O tempo estava quase fechando, mas consegui fotografar bastante e até tive uma certa inveja dos malucos que desapareciam no horizonte com seus esquis. O jeito foi voltar tranquilo, com o bondinho só pra mim, aproveitando para fotografar todos os ângulos e contrastes.

Eu ando com esse problema ultimamente, meus posts acabam ficando gigantes! E olha que era apenas uma ideia do que foi a viagem! Faltou falar sobre muita coisa, vários detalhes e tudo mais, mas ainda vai rolar muita coisa sobre essa aventura muito bem breve aqui no blog!

Algumas atividades e passeios dessa viagem contaram com o apoio de Engadin St. Moritz (Facebook / Twitter) e Suíça Turismo (Facebook / Twitter).

Leia também aqui no blog:
Rodando por St. Moritz | parte 2 – Snowboard
Rodando por St. Moritz | parte 3 – Muottas Muragl

Grande abraço e muita paz,

Michel P. Zylberberg
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