Rio de Janeiro: Descobrindo os encantos do Parque Lage!

Olá a todos, sou Diana Schrok Bezerra Avelar do blog Histórias da Di e tenho o imenso prazer de participar deste blog maravilhoso, ainda mais escrevendo sobre o Rio de Janeiro, o que me enche de orgulho. Poder escrever sobre a Cidade Maravilhosa é um prazer inexplicável!

O Rio de Janeiro é tão cheio de paisagens e ambientes agradáveis que ficamos meio perdidos na hora de escolher um programa. Mas uma boa opção para fugir um pouco das praias que são fantásticas mas estão quase sempre lotadas, principalmente nos finais de semana e feriados, é o Parque Lage.

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DI CURTINDO O PARQUE LAGE – CRISTO REDENTOR ABENÇOANDO AO FUNDO

O parque fica localizado em uma área que inicialmente abrigava um engenho de açúcar que ia dos pés do Morro do Corcovado até às margens da lagoa Rodrigo de Freitas. Após muitas trocas de donos a terra passa a pertencer à Henrique Lage que constrói a mansão para sua esposa a cantora lírica Gabriela Besanzoni Lage.

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MANSÃO DO PARQUE LAJE E CHAFARIZ – CRISTO AO FUNDO

Atualmente o parque possui uma enorme área verde de jardins com Mata Atlântica, distribuídos em formas geométricas, além de lagos e grutas espalhadas pelos 52 hectares.

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ENTRADA COM A FLORA EXUBERANTE SE APRESENTANDO

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NATUREZA LINDA E VIVA!

LINDAS FLORES

LINDAS FLORES

A mansão tem um aspecto de casa romana, parece que você está em um filme da época dos Césares, principalmente devido à piscina com água azulada no pátio interno, lembrando os átrios romanos. Nela fica também a Escola de Artes Visuais que oferece diversos cursos e exposições.

PÁTIO INTERNO DO CASARÃO COM PISCINA

PÁTIO INTERNO DO CASARÃO COM PISCINA

VASO ESTILO ROMANO

VASO ESTILO ROMANO

ESCOLA DE ARTES VISUAIS

ESCOLA DE ARTES VISUAIS

DETALHE DE MOSAICO NA FACHADA DA MANSÃO

DETALHE DE MOSAICO NA FACHADA DA MANSÃO

EXPOSIÇÃO NO INTERIOR DA MANSÃO

EXPOSIÇÃO NO INTERIOR DA MANSÃO

EXPOSIÇÃO NO INTERIOR DA MANSÃO

EXPOSIÇÃO NO INTERIOR DA MANSÃO

EXPOSIÇÃO NO INTERIOR DA MANSÃO

EXPOSIÇÃO NO INTERIOR DA MANSÃO

EXPOSIÇÃO NO INTERIOR DA MANSÃO

EXPOSIÇÃO NO INTERIOR DA MANSÃO

Ao lado dessa água azulzinha como se não fosse suficiente por si só, existe um bistrô que recebe o nome de Café du Lage, onde você pode tomar café da manhã, almoçar, lanchar, jantar. Mas o clássico é mesmo tomar o café da manhã, mesmo que seja um pouco mais tarde se for em um final de semana (clássico brunch americano que está virando moda!). Você chega e fala para uma atendente quantas pessoas tem no seu grupo e normalmente tem uma fila de espera. Enquanto aguarda a sua vez você vai tirando umas fotos do Cristo ao fundo, curtindo o fresquinho que a piscina deixa ao redor. Tirando fotos da mansão que é uma obra de arte e também dos quadros dos alunos da EAV. Até que você é chamado e nem sentiu que estava esperando, você pode sentar nas mesas baixas com os futons ou nas mesas normais. Eu pedi o café completo, não achei muito maravilhoso… Mas é bem servido para uma pessoa e serve bem para duas pessoas que não comam demais. Com as paisagens e a energia tão boa em volta, hummmm, tudo fica perfeito!

CAFÉ DU LAGE

CAFÉ DU LAGE

CAFÉ COMPLETO

CAFÉ COMPLETO

Então vamos às dicas e ao que você pode fazer por lá:
• Primeiro é uma ótima opção por ser de graça. Você só gastará com o deslocamento ou estacionamento;
Se quiser ir de bicicleta tem área para guardar as bikes logo na entrada do parque, aí não terá gasto mesmo;

ÁREA PARA GUARDAR BICICLETA

ÁREA PARA GUARDAR BICICLETA

• Se for de carro ou moto o local possui estacionamento e você vai gastar no máximo R$7,00. Mas se puder dê preferência ao táxi, pois há limites de vagas;
Ótimo local para realizar piqueniques, muitos grupos de amigos, casais e famílias se reúnem em frente à mansão e abrem suas toalhas e cestas e aproveitam relaxando próximo ao chafariz;

PESSOAS FAZENDO PIQUENIQUE NO PARQUE

PESSOAS FAZENDO PIQUENIQUE NO PARQUE

Lazer ao ar livre, caminhadas, leituras, tirar fotos da flora exuberante, namorar, brincar com as crianças;

CRIANÇAS BRINCANDO FELIZES NO PARQUE

CRIANÇAS BRINCANDO FELIZES NO PARQUE

• Muitas pessoas aproveitam para fazer books no local, pois a área é muito bonita, para saber detalhes olhe no site do parque;
• Curtir as exposições da EAV;

EXPOSIÇÃO DE QUADROS DOS ALUNOS DA EAV

EXPOSIÇÃO DE QUADROS DOS ALUNOS DA EAV

• Tomar um belo café da manhã no Café du Lage;
Explorar a trilha que leva até o Corcovado, mas atenção: não é para iniciantes.

VOCÊ TAMBÉM PODE FAZER A TRILHA PARA O CRISTO!

VOCÊ TAMBÉM PODE FAZER A TRILHA PARA O CRISTO!

DADOS IMPORTANTES:
Endereço: R. Jardim Botânico, 414 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 3257-1800
Horário: diariamente 08:00 – 17:00
Site: www.eavparquelage.rj.gov.br

Viram que não falta o que fazer no Parque Lage, portanto não vamos perder um dia maravilhoso e ficar em casa!

Beijos. Di. | Histórias da Di
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Morro de São Paulo, Bahia: dá uma vontade louca de ficar por lá

Meu irmão Marcel já escreveu alguns posts para o blog, mas dessa vez quem participa é a minha irmã Tatiana! Ela esteve em Morro de São Paulo e escreveu um post super legal sobre as “férias de mel” com o noivo Fernando, autor dessas fotos incríveis! Valeu maninha!

Coexistem três formas de se chegar a Morro de São Paulo: embarcar em Salvador-BA num catamarã percorrendo o mar por 2h30; ir de carro até a cidade de Valença-BA e depois pegar uma lancha por uns 20 minutos; e, opção mais cara, porém acessível para alguns, é o voo - alguns aviões fazem o trajeto diariamente. Nossa escolha foi pelo percurso de catamarã, com cuidados básicos, como: não estar com o estômago vazio, tomar remédio que ajuda a evitar enjoos e sentar na parte de trás do barco onde balanço é menor. Funcionou! Não desperdiçamos energia para gerenciar tão inoportuno mal estar e conseguimos contemplar plenamente os sutis detalhes do trajeto.

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Aos poucos Salvador ficou distante e uma imensidão de mar nos invadiu. As águas criavam um movimento que hipnotizava. Avistávamos de tal forma o horizonte azul que parecia ser possível tocá-lo. Esparsas nuvens cobriam o céu e o sol ardia na pele. O som forte do motor do catamarã dificultava percebermos o silêncio que mora nas profundezas do Oceano Atlântico.

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Ainda dentro do barco foi possível antecipar que na Ilha de Tinharé, onde fica o charmosíssimo Morro de São Paulo, difunde-se uma arquitetura que salpica muitas cores na natural paisagem bela. Aportamos no Morro numa segunda-feira de março/2013. O “porto” é uma faixa de concreto fixa sobre o mar. Na ilha não transitam carros, motos ou bicicleta, tudo é feito a pé. “Táxi”, somente para as malas, por valores a partir de R$ 5,00 (cinco reais). Vários homens de diversas idades abordam os turistas oferecendo o serviço. O táxi, alguns (inclusive) pintados do tradicional amarelo, são carros de mão, iguais àqueles utilizados na construção civil.

Para passar pelo portal de acesso ao Morro de São Paulo é preciso enfrentar a primeira ladeira, a qual antecede uma segunda e mais íngreme, acompanhada todo o tempo de uma escada de muitos degraus. Vale a pena o suor e o esforço, porque à medida que se adentra no Morro é possível visualizar detalhes estampados nas fachadas das pousadas e casas. A doce praça da vila nos acolhe, quase num abraço. Uma árvore grande, rodeada por uma varanda de madeira, redobra a vontade de lá sentar-se por um tempo. O tempo, naquele Morro, passa completamente diferente…

As praias têm o nome da ordem que são acessadas a pé: Um, Dois, Três e Quatro. Nós recebemos a indicação-insistente de nos hospedarmos na Praia Dois por vários motivos: localização, infraestrutura, praticidade e astral. Já tínhamos acertado a reserva numa pousada. Fizemos tudo pela internet e, acertamos!

Depois de andarmos por uns 10 ou 15 minutos sob o sol forte e o pouco vento, chegamos à Bahia Brasil, pousada onde ficaríamos por 4 dias. A pousada praticamente não tem portas, tudo está aberto para acolher quem chega. Obras de arte na parede, máscaras se entreolhando e a mistura de bom gosto entre tijolos, sisal e palheta de cores que oscilam prioritariamente entre o branco e o vermelho. Fomos gentilmente acolhidos e informados sobre bons lugares e passeios, além de cuidados necessários no local. Tivemos pressa em deixar as malas e ir cair no mar. No Morro, a água fica visualmente imóvel, há apenas um sutil balanço. Os arrecifes criam um ambiente de paz e conexão. A vontade é ficar na água até o dia nascer de novo.

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Naquela primeira tarde caminhamos pelas praias. À medida que o número do nome da praia aumentava, diminuía o número de pessoas ao redor. A menos movimentada era a Praia Quatro: areia branca, muita água e as marcas dos arrecifes na beira da pequenina onda. Da Praia Dois até a Três seguimos por uma agradável calçada de madeira. De um lado areia e mar e, do outro, várias pousadas, alguns bares e lojas. O movimento era envolvente. Barcos e caiaques dividiam espaço naquela imensidão de água.

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De dentro da Ilha dá a impressão que nada mais existe ao redor. Somos tomados pela sensação de que o mar termina no céu e, que o céu, descansa no mar. Os idiomas se misturam… o que já tínhamos percebido claramente desde o Catamarã. Muitos argentinos, italianos, chilenos. Vários brasileiros. O espanhol e o português estavam misturados na língua dos trabalhadores do Morro. Seja nas lojas, nos táxis ou na praia era comum sermos abordados com um ¡Hola!

No final de tarde voltamos a passear na vila. Várias lojas e restaurante dividiam a nossa atenção. Pessoas de diferentes idades e estilos passavam por aquelas ruas calçadas e/ou de areia. Diversas opções de balada atraiam os turistas, nós, escolhemos descansar. Adormecemos de exaustão.

Na manhã seguinte fomos agraciados com um delicioso café da manhã. Era transbordante a qualidade e capricho das opções gastronômicas da pousada em que estávamos. Logo saímos para um dos mais tradicionais passeios oferecidos aos visitantes: a “volta à ilha”. Partimos em torno das 9h30 e regressamos às 17h. A comprida e grande Ilha de Tinharé avistada completamente circundada. Uma surpresa foi presenciar uma dança de peixes, que coletivamente saltavam em nossa direção.

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Na primeira parada do passeio mergulhamos nas piscinas naturais de Garapuá, depois conhecemos um recorte da Ilha de Boipeba, num canto onde se mistura o salgado e o doce, já que o mar conversa harmonicamente com as águas do Rio do Inferno. Com aquelas águas no corpo, tínhamos a sensação de que o calor não ia nos tomar por inteiro. Ali, fomos convidados a degustar lagostas recém-pescadas e cozidas na manteiga. Uma boa opção de sabor! Logo mais, na parada seguinte, tínhamos à chance de degustar ostras ou de cair na água salobra. Era necessário celebrar aquele encanto. Fernando jogou-se naquele frescor e, eu, aproveitei para pegar a máquina fotográfica e fazer um registro certeiro.

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A última parada do passeio foi na segunda cidade mais antiga do Brasil: Cairu. Caminhamos pelas ruas estreitas e fomos mergulhar nas marcas das gerações, nos azulejos azulados nas paredes do antigo Mosteiro (em restauração).

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De volta ao Morro, percebemos como é importante ter a chance de viver mais em conexão com o contexto. Praticamente não utilizamos os telefones celulares, apenas para tranquilizar os familiares de que tudo corria maravilhosamente bem. Andávamos a pé, dia e noite. O raro sossego nos tomava por inteiro, tanto que, no dia seguinte à vontade foi apenas de ficar naquela Praia Dois pelo tempo que a coragem deixasse. Alternamos entre jogar frescobol, ficar dentro do mar conversando ou comer um peixe frito sob a proteção do guarda-sol.

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Um passeio na vila era sempre uma boa pedida. Sentados num restaurante, ficamos olhando a praça, onde era nítida a mescla entre moradores e forasteiros. Meninos brincavam de jogar bola, mães e filhos passeando, casais de mãos dadas, pessoas ao telefone, táxis com malas. Ao entardecer vale muito a pena conferir o pôr-do-sol da Toca do Morcego, que fica pouco abaixo do Farol. Beleza envolvente, astral energizante e muita memória para ser impressa permanentemente no corpo. Há algo de inenarrável naquele instante em que o brilho do sol deita sobre a água salgada.

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No final daquela madrugada, uma passageira chuva lavou a areia e ainda ao amanhecer, caiam gotas do céu. Dava mesmo vontade de chorar em pensar em ir embora daquela grandiosa paz. Porque, apesar do agito, Morro de São Paulo ainda guarda a segurança de um vilarejo que passou a viver do turismo. Fomos muito bem atendidos em todos os lugares que transitamos, e tivemos uma constante sensação de segurança, mesmo quando deixamos a bolsa na mesa para ficar saboreando as águas salgadas quentes de um mar quase parado, uma piscina imensa e infinita.

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Moramos em Fortaleza-CE, onde vivemos a constante possibilidade de desfrutar do adorável calor do nordeste e de verão (praticamente) o ano inteiro. Mesmo assim Morro de São Paulo-BA nos conquistou de tal forma, que não dava mais vontade de sair dali. Partimos com a enorme vontade de ficar por lá.

Texto: Tatiana Passos Zylberberg
Fotos: Fernando Bacelar Paiva

Registro de nossas férias de mel
em Morro de São Paulo – Bahia – Brasil
em março de 2013

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Minha cidade, meu destino: Brasília e Aachen – Alemanha (Giselle Gurgel | Frau Gurgel)

Quantas vezes você pensou em viajar dentro da própria cidade? Muitas vezes deixamos de aproveitar muitas coisas que estão debaixo dos nossos narizes, e foi por isto que convidei alguns amigos especiais para participarem da série “Minha cidade, meu destino”, onde cada um irá publicar 5 fotos e 5 dicas especiais. Bom, no décimo primeiro post da série a blogueira Giselle Gurgel do blog Frau Gurgel aceitou o desafio de dobrar as dicas e fotos! Arquiteta e urbanista expatriada, ela dá dicas da sua cidade atual Aachen (Alemanha) e também da bela Capital do Cerrado – Brasília. Um contraste bem interessante, espero que vocês gostem!

Brasília
Mesmo morando fora, sinto a necessidade de sempre falar de Brasília. A minha cidade natal não é monótona como muitas pessoas pensam, ao contrário, ela vem se tornando um destino importante no cenário cultural do País. Se na época de sua criação a cidade não possuía vínculos emocionais de seus novos moradores, com o tempo, a população fez o seu papel esperado: tomou o espaço para si, criou raízes afetivas e habitou o que antes era nada. Hoje vemos uma identidade brasiliense, uma forte e vibrante identidade! E eu, que faço parte dessas primeiras gerações da capital, tenho uma urgência em mostrar para o resto do país a nossa música, culinária e cultura. Antes como uma mistura de mil tons do Brasil, a identidade de Brasília hoje cresce forte como uma coisa nossa.

Escolhi não falar do óbvio. Resolvi falar de como podemos aproveitar o conjunto de clima, paisagem e jeitinho de Brasília. Indico aqui, então, cinco formas alternativas de curtir a cidade, além dos roteiros básicos que conhecemos.

Atividades no Lago Paranoá
Nós temos verdadeira adoração pelo Lago Paranoá. Lúcio Costa ganhou muitos pontos com a gente quando resolveu que Brasília tinha de ter um lago, mesmo que artificial. O fato é que nós adoramos a vista, nadar, praticar esportes, molhar os pés num cais ou simplesmente apreciar do lago o pôr-do-sol fantástico que nós temos boa parte do ano. Não é preciosismo, o pôr-do-sol em Brasília é realmente mágico com seus tons de rosa e laranja, cores intensificadas na época seca pela maior quantidade de poeira e outras partículas suspensas no ar.
Por causa dessa nossa paixão, encontram-se às suas margens uma grande quantidade de restaurantes, clubes, bares, jardins e lanchonetes. Não tantos quanto eu gostaria, mas um número razoável e diverso de opções de lazer.

Sorvetes de sabores do cerrado
O cerrado, com sua biodiversidade riquíssima, nos dá de presente várias frutas nativas de gosto peculiar. As sorveterias da região se aproveitam deste “tesouro” e multiplicam os sabores e combinações da sobremesa! Num dia de calor, aproveito e brinco de associar o nome ao gosto da nova fruta que descobri. Ótima forma de conhecer a flora do cerrado, não acham? Entre as minhas sorveterias preferidas está a Sorbê Sorvetes Artesanais. Lá, eles produzem sorvetes e picolés de sabores nativos como Pequi, Mangaba-do-cerrado e Cajuzinho-do-cerrado, além das frutas de outras regiões e dos tradicionais sabores que já conhecemos. (Site da Sorbê).

As cores dos Ipês
A longa estação seca deixa a cidade em estado de alerta. Quem está por lá deve cuidar mais da saúde, tomando muita água. Muitas plantas perdem suas folhas, a grama fica totalmente seca e a terra vermelha – característica da cidade – sobe no ar e pinta de rosa alguns prédios que eram brancos. Tudo fica meio diferente. Dias sempre ensolados e quentes, noites de queda brusca da temperatura, como num deserto. Mas a estação seca também tem sua beleza. Por exemplo, é a época de florescimento dos Ipês, árvores nativas do cerrado que perdem suas folhas e são tomadas por flores coloridas. Eles são um encanto e estão por toda a parte, são mais de 60 mil Ipês espalhados na cidade. As superquadras ganham novos tons de cores e estas árvores despertam os olhares atentos dos pedestres. Quem é de lá sabe qual ponto da cidade tem o Ipê mais bonito, o seu favorito. O meu preferido é um Ipê branco próximo à Catedral de Brasília, espécie que floresce somente cerca de 3 dias no ano e nesses dias parece uma árvore de algodão doce.

Botecos
Muitos turistas reclamam que em Brasília as ruas parecem todas iguais e por isso é difícil encontrar um lugar específico. A sensação de “já não passamos por aqui antes?” é frequente quando não se sabe o número da superquadra que se deseja ir. Os bares do plano piloto estão quase todos nas ruas comerciais das superquadras e têm uma cara parecida, mas os nativos parecem nunca se perder, sabem exatamente onde ir! Um barzinho que tem a cara da cidade e merece uma parada é o Beirute. Com duas filiais, o bar reúne várias gerações de visitantes que simplesmente não conseguem se desapegar do boteco. Este é o queridinho dos universitários, dos cinquentões, do público GLBT e de famílias inteiras. Além de petiscos árabes, lá é servido o Diabo Verde, drink forte com gosto de menta que leva rum, conhaque, vodca e aguardente, dizem. Como eles não revelam a receita exata, a bebida virou uma espécie de crendice entre seus frequentadores, uma brincadeira de adivinhação para os beberrões.
Endereços do Beirute:
Cln 107 Bl D loja 19- Asa Norte | Cls 109 Bl A loja2 –Asa Sul

Festas gratuitas
Sobre diversão, Brasília é um dos lugares mais democráticos que conheço. Durante o ano inteiro existem exposições, shows e festas gratuitas nos imensos espaços abertos que os modernistas projetaram. Engana-se quem pensa que a qualidade dos eventos é fraca por eles serem totalmente abertos. Na minha opinião, as melhores festas são estas, que além de mostrarem o cenário alternativo da cidade, são geralmente seguras e bem organizadas. Opção frequente para essas festinhas é a praça do Museu Nacional de Brasília, um dos últimos projetos de Niemeyer na cidade. A construção futurista parece emoldurar perfeitamente os palcos dos artistas e projeções de vídeo.
Procure saber sobre alguma festinha ou mostra de cinema gratuito quando você passar por lá. Agenda de eventos gratuitos no Brasília de Graça.

AACHEN – ALEMANHA
Apesar de não ser um destino muito popular na Alemanha, Aachen possui um passado importante e guarda ainda algumas preciosidades de uma época distante. A cidade foi uma das grandes capitais do Império Romano de Carlos Magno, que aqui construiu diversos palácios e uma catedral magnífica. A cidade de aproximadamente 250 mil habitantes tem características da arquitetura típica alemã, apesar da proximidade da Bélgica e da Holanda. Quando cheguei, fui surpreendida por uma cidade de tamanho ideal, altamente organizada e linda! Cada nova rua que descubro guarda uma surpresa agradável. Com essas cinco dicas, espero encontrar mais turistas brasileiros por aqui!

Construções históricas
A cidade possui um centro histórico bastante complexo, mantido em ótimas condições com o passar dos séculos. Aqui, temos uma aula de como funcionavam as cidades medievais, com seus portões de acesso à cidade (Stadttor), catedral (Dom), prefeitura (Rathaus) e praça do mercado (Marktplatz). A catedral é especialmente linda. Patrimônio histórico da UNESCO, ela abriga relíquias católicas e recebe peregrinos durante todo o ano. Lá também está a urna com o corpo que julgam ser de Carlos Magno, além de seu antigo trono. A catedral conta com visitas guiadas em alemão a cada hora; e no idioma inglês uma vez por dia, sempre às 14 horas. O passeio com guia custa 4 euros por pessoa, mas a catedral pode ser acessada gratuitamente a qualquer hora. (Post sobre a Catedral de Aachen).

Lindt
Já conhecia os chocolates suíços Lindt mesmo antes de mudar pra Europa, acontece que no Brasil eles são caríssimos! Com os preços mais em conta deste lado do oceano, me acostumei a comprar vez ou outra. Para minha surpresa, ao me mudar para Aachen, descobri que aqui tem uma fábrica da Lindt! Evitei ir enquanto pude pois sabia que seria uma perdição, e é. Em uma loja imensa que mais parece um supermercado com todos os produtos imagináveis da marca, você enche um carrinho (!) com chocolates Lindt à preço de fábrica. Levo sempre minhas visitas lá quando eles estão atrás de presentinhos para os amigos.

Termas
A cidade era uma das preferidas de Carlos Magno por causa de suas fontes termais. Os romanos adoravam os banhos quentes e acreditavam que a ingestão da água sulfurosa era saudável. Aparentemente não é, pois agora todas as fontes da cidade têm uma placa de “água não potável”. Hoje, a terma mais famosa é a Carolus Thermen. Apesar do preço um pouco salgado, a estrutura do local é bastante confortável. Atenção! Duas regras que devem ser obedecidas: fotos são proibidas e não é aconselhável passar períodos maiores que 2 horas nas piscinas quentes. Eu desobedeci esta última regra e tive uma queda de pressão brusca, quase desmaiei! É preciso fazer algumas pausas no banho quente: andar um pouco, tomar uma ducha fria e então voltar. Já a fonte Elisenbrunnen é um dos símbolos da cidade, construída em 1827. Lá, existem duas bicas de água sulfurosa e uma praça agradável atrás. Também na Elisenbrunnen você encontra o centro de turistas, com guias e mapas da cidade.

Doce típico
Os doces típicos da cidade se chamam Printen, uma espécie de pão de mel com confeitos e recheios de frutas e sementes. Com o nome patenteado, eles podem ser encontrados somente aqui. Mas no restante da Alemanha existe uma variação do doce, o Lebkuchen, bastante popular na Oktoberfest. Existem diversas lojas de Printen em Aachen e as suas vitrines são sempre lindas. Na minha opinião, a melhor loja é a Nobis Printen, com filiais espalhadas pelo centro. Os caras são mestres na arte de confeitar. As vitrines estão sempre mudando e cada época do ano sugere um tema para os confeitos, Páscoa, Carnaval e Natal, por exemplo. Eu moro pertinho de uma filial bem grande, então sempre fotografo a vitrine com o tema da vez.

Pontstrasse
Essa é a rua onde tudo acontece. Muito próxima da universidade, a rua abriga uma série de bares, restaurantes, sorveterias e pubs que atraem o público jovem. Por causa do movimento constante, a rua fica cheia de mesinhas nas noites de verão. Os eventos também acontecem no inverno e, ainda que em ambientes fechados, os porões dos bares sempre cheios mostram que o público tem disposição para se divertir e encarar o frio. Se você procura algum lugar aberto às 3 da manhã pra matar a fome, não hesite em procurar um Bratwurst em um dos quiosques da Pontstrasse.

Giselle Pinho Gurgel
Blog: fraugurgel.blogspot.com
Twitter: @fraugurgel
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Minha cidade, meu destino: Belo Horizonte (Rafael Camara | 360meridianos)

Quantas vezes você pensou em viajar dentro da própria cidade? Muitas vezes deixamos de aproveitar muitas coisas que estão debaixo dos nossos narizes, e foi por isto que convidei alguns amigos especiais para participarem da série “Minha cidade, meu destino”, onde cada um irá publicar 5 fotos e 5 dicas especiais. E chegamos ao décimo post da série com mais um convidado especial, o jornalista “butequeiro” Rafael Sette Camara, que faz um trabalho super interessante no blog de viagem 360meridianos!  Nos últimos dois anos ele passou por 17 países e quer muito mais – além de ter feito um intercâmbio de 6 meses na Índia. Recentemente ele trocou BH por Sampa, mas a capital mineira continua sendo a sua cidade de coração, que ele compartilha aqui com a gente:

A parte boa de dar dicas de turismo sobre a capital mineira é que não é preciso fugir do óbvio e nem ficar horas pensando: “Que cinco lugares legais estão fora do roteiro turístico tradicional?” Bem, BH já está fora do roteiro turístico tradicional. Os poucos visitantes estão quase sempre de passagem, numa escala rápida antes de visitar Ouro Preto, Mariana e outras cidades históricas. Ou seja, para quem não é belo-horizontino tudo é novidade. Os cinco lugares que eu vou indicar fazem parte da minha vida e, ao mesmo tempo, estão entre os principais pontos turísticos da capital mineira. O que significa que você vai ver pouquíssimos turistas por lá. E isso é uma pena, afinal BH tem muito a oferecer.

Lagoa da Pampulha
Não fosse minha tendência para o sedentarismo, você me encontraria caminhando na orla da Lagoa todos os dias, sempre que eu estiver em BH. Mas, já que a preguiça impede, pelo menos eu garanto que estou lá sempre que tenho força de vontade para correr atrás de uma vida saudável. A Pampulha é uma lagoa artificial – foi construída na década de 1940, quando Juscelino Kubitschek era prefeito de Belo Horizonte. Pode ser considerada um ensaio geral para Brasília, por mais absurdo que isso pareça. É que, além de marcar o começo da tendência de JK para grandes projetos, a Pampulha é o marco inicial da carreira do arquiteto Oscar Niemeyer. São 18 quilômetros de orla, nos quais ficam, entre outras coisas, a famosa igrejinha da Pampulha, o Jardim Zoológico e os estádios do Mineirão e do Mineirinho. Infelizmente a Lagoa, que foi construída para ser o mar dos mineiros, está poluída. Durante o verão o fedor atrapalha até quem vai fazer caminhada por lá. A promessa é que a Lagoa vai estar limpa antes da Copa do Mundo. Resta esperar…

Mercado Central
Cilada. Por experiência eu aprendi que um mercado central, na maior parte do mundo, é sempre um passeio para pegar turista bobo. Não em BH. O Mercado Central é realmente interessante, além de ser frequentado pela população mineira há décadas. Construído em 1929, era um centro de distribuição de alimentos a céu aberto – nada mais do que um conjunto de barraquinhas. Mais tarde o galpão do Mercado Central foi construído, e ele ganhou importância na vida do belo-horizontino. Eu vou lá desde criancinha, e até hoje me divirto (e me perco) naqueles corredores apertados que parecem conter infinitas lojas. Todo belo-horizontino que se preze já almoçou, bebeu uma cervejinha, e comprou produtos da roça lá. Por que você deixaria de fazer a mesma coisa?

Praça da Liberdade
A Praça da Liberdade é linda. Construída para ser sede do governo na nova capital, abriga o Palácio da Liberdade, onde trabalhava o Governador, e várias secretarias de governo. Além disso, a praça é ponto de encontro da população desde que Beagá foi fundada, no final do século XIX. Belo-horizontinos de várias gerações se acostumaram a ir lá para caminhar, conversar e namorar, entre outras coisas. As décadas acrescentaram estilo à Praça da Liberdade – a partir dos anos 50 vieram a Biblioteca Pública e o Edifício Niemeyer, ambos projetados pelo ainda jovem arquiteto. Recentemente os prédios das secretarias e até o Palácio da Liberdade começaram a ser transformados em museus e foi criado o Circuito Cultural Praça da Liberdade. Já a sede do poder público foi transferida para o novo Centro Administrativo, projetado sabe por quem? Ele mesmo, Oscar Niemeyer.

Mirante do Mangabeiras
Se o nome da cidade é Belo Horizonte, uma coisa que você não poderia deixar de fazer é verificar a vista da cidade. E a melhor vista de BH está no mirante do bairro Mangabeiras. O lugar esteve fechado durante meses para obras de revitalização, e só recentemente foi aberto ao público novamente. Revitalizado, o mirante agora também tem novas regras: se antes ele funcionava 24 horas por dia, agora o lugar funciona de 10 da manhã até 10 da noite. Não é a vista mais bonita do mundo, claro, mas é um passeio legal. De lá, aproveite para dar um pulo no Parque das Mangabeiras, outro ponto interessante que fica na mesma região, e na Praça do Papa, que tem esse nome desde que o João Paulo II esteve lá.

Butecos
São muitos. Tanto é que o The New York Times chamou Belo Horizonte de capital mundial dos bares, afirmando que 12 mil estabelecimentos estão espalhados pelas ruas da cidade. A verdade é quem em BH você encontra um buteco em cada esquina, e certamente vai achar um para chamar de seu. E detalhe para o fato de ser buteco com “u” mesmo, para reforçar que não é um restaurante com cara de bar. O legal, pelo menos em minha opinião, é cadeira de plástico, copo americano (ou copo lagoinha) e cerveja gelada – eis o lar do butequeiro. O lugar pouco importa – há quem goste dos butecos e bares da região da Savassi. Outros preferem o Santa Tereza, um bairro boêmio da cidade. Eu sou fã mesmo é dos butecos da Avenida Fleming. Afinal, buteco bom é perto de casa, para você não voltar dirigindo de jeito nenhum. Mas atenção: se for visitar BH durante um feriado você pode achar muitos bares fechados. É que os mineiros correm para as praias mais próximas, e a cidade fica vazia. Num caso assim, o melhor mesmo é procurar os bares de bairros, já que muitos da região da Savassi costumam não abrir.

Rafael Sette Camara
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A eterna busca pelos melhores descontos e promoções

POST PATROCINADO

Em tempos de crise virou quase uma obrigação ir atrás dos melhores preços. E nas viagens não é diferente, precisa deixar a preguiça de lado e planejar, pesquisar, perguntar, ler bastante e se informar. Ir atrás dos melhores lugares ou sites para pesquisar preços, porque quem se acomoda nessa parte da preparação irá correr o sério risco de extrapolar o orçamento da viagem.

Existem inúmeras opções de viagens, algumas fazem bem pro bolso e pro corpo! :)

A melhor coisa é sempre estipular um “budget” máximo para cada dia. Claro que em alguns você irá gastar menos, em outro aproveitar alguma promoção ou passeio, mas o importante é saber andar sempre sem cair da corda bamba.

Sobrevoando a Irlanda com a Ryanair, uma das mais famosas “Low Cost”

Aqui na Europa exista uma ótima opção para quem viaja com um orçamento apertado, uma tendência que ainda não ganhou força no Brasil, que é a das companhias aéreas low cost (baixo custo). Mas pesquisando pode ser que a melhor escolha seja viajar de trem ou barco. Ônibus por aqui é raridade, algo que no Brasil é a coisa mais normal do mundo.

E afinal, qual brasileiro não é chegado em um bom “descontinho”? Está no nosso DNA, não tem jeito. Rodamos sempre atrás de ofertas e promoções, então que tal encontrar os melhores cupons de desconto das mais conceituadas lojas online em um só lugar?

As compras onlines estão virando uma ótima opção, pela comodidade e segurança, e no novo portal Dsconto.com você poderá encontrar também as melhores ofertas para clubes de compra e compras coletivas.

Bom, mas esse é um blog de viagem, né? Então nada melhor do que aproveitar as melhores ofertas em Hotéis & Viagens no Brasil e no exterior, com muitas dicas e avaliações.

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Seja para você e tua família ou para fazer uma surpresa, nada melhor do que ter a comodidade das melhores ofertas em um só lugar! E já o nome não deixa mentir, corre lá para garantir o teu Dsconto!

E você, qual a tua dica para ajudar os nossos leitores a viajar mais sem gastar muito? Comente, participe!

Confira também o nosso post:
Europa – Dicas importantes (hospedagem + vôos + trens + carros)

Equipe Rodando Pelo Mundo
www.rodandopelomundo.com

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Minha cidade, meu destino: São Paulo (Guilherme Tetamanti | Viajando com Eles)

Quantas vezes você pensou em viajar dentro da própria cidade? Muitas vezes deixamos de aproveitar muitas coisas que estão debaixo dos nossos narizes, e foi por isto que convidei alguns amigos especiais para participarem da série “Minha cidade, meu destino”, onde cada um irá publicar 5 fotos e 5 dicas especiais. O oitavo convidado é um amigo e um dos integrantes dos Travel Brothers, além de fazer um trabalho irado no blog Viajando com Eles, onde compartilha a experiência de uma volta ao mundo e tantas outras aventuras! Como já diz o slogan do blog dele: “A Gente Só Conhece os Amigos, Viajando com Eles”, então confira o post sobre o “avesso do avesso do avesso do avesso” de Sampa e viaje com a gente!

Turismo em São Paulo com o olhar de um paulistano
São Paulo é a cidade mais populosa e também a mais visitada do Brasil. Claro que grande parte dessas visitas são por motivos profissionais, mas muitas pessoas acabam aproveitando a viagem para fazer turismo na capital paulista. É verdade que não temos tantas belezas como o Rio de Janeiro, mas existe sim muito o que fazer em São Paulo.

Sou paulistano, nascido e criado nesta selva de pedra, mas nunca visitei importantes pontos turísticos de São Paulo… até me envergonho por isso. Fiz uma viagem de volta ao mundo, visitando 18 países em 5 continentes, mas nunca fui ao Museu de Arte de São Paulo ou entrei no Teatro Municipal. Conheço sim, muito sobre o cotidiano de pessoas que vivem aqui e querem se divertir, comer bem e sair com os amigos, um lado da cidade que poucos turistas têm a chance de ver.

Por esses motivos, resolvi aceitar o convite do Michel e participar da série Minha cidade, meu destino. Quero mostrar uma São Paulo com o olhar de um típico paulistano, indicando atividades que encantariam até mesmo o turista mais exigente.

Fonte: via Paola no Pinterest

Por do sol no Terraço Itália
O Edifício Itália é um dos mais tradicionais e famosos da cidade de São Paulo, inaugurado em 1965, é o segundo mais alto da cidade com 165 metros. Porém, o maior atrativo do prédio está no seu topo, com uma incrível vista 360 graus da cidade. O restaurante conhecido como Terraço Itália, é um dos maiores pontos turísticos da capital paulista, mas não poderia ficar de fora de minhas indicações. São quatro ambientes no Terraço Itália: três restaurantes e o bar no nível superior. Para quem não gosta de tirar o escorpião do bolso, recomendo uma visita ao bar, pois o restaurante não é dom mais baratos. Mesmo assim, uma tábua de frios e algumas cervejas são sai por menos de R$ 50,00 / pessoa. Não se esqueça de entrar no site e fazer sua reserva.

Fonte: via Roberto no Pinterest

Comer pizza no balcão
Na minha opinião, as melhores pizzarias de São Paulo são aquelas que servem pizza no balcão. Claro que não pode ser qualquer uma, mas conheço várias e sou frequentador assíduo, principalmente na volta de baladas, shows ou jogos de futebol. Boa parte delas estão localizadas no bairro da Mooca, típico reduto de imigrantes italianos.
Confira minha preferidas:
Pizzaria Ideal – uma de minhas preferidas em São Paulo e de longe o lugar que mais visitei. Localizada no cruzamento da Av Álvaro Ramos e Rua Padre Adelino, no bairro da Mooca;
Vera Cruz – uma das mais tradicionais de São Paulo, só vende pizza no balcão ou delivery. Av. Celso Garcia, 3772 – Tatuapé;
Bella Paulista – a localização é seu trunfo, numa travessa da Av Paulista, além de funcionar 24 hs. É ponto de encontro dos baladeiros paulistanos e já vi até gente voltando de festas à fantasia. Av. Haddock Lobo, 354.

Fonte: via Cristian no Pinterest

Um passeio no Pico do Jaraguá
O Pico do Jaraguá é o ponto mais alto de São Paulo com 1.135m de altura e está localizado dentro do Parque Estadual do Jaraguá. Para subir e admirar uma das vistas mais incríveis da cidade, a maneira mais fácil é de carro pela Estrada Turística do Jaraguá (entrada pela Via Anhanguera, km 18), ou fazer a Trilha do Pai Zé, com 1.450m de extensão.

Fonte: via Rodrigo no Pinterest

Fazer compras na galeria do rock
A Galeria de Rock é um dos shopping centers mais exclusivos da cidade de São Paulo, focado num público alternativo, com predominância na venda de produtos paras os amantes do Rock n Roll, o centro comercial também abriu espaço para outros estilos musicais e lojas de diversos tipos de produtos como skates, roupas, instrumentos musicais e até estúdios de tatuagem.

Fonte: via Deny on Pinterest

Andar de skate no parque em frente ao Museu do Ipiranga
O Museu do Ipiranga é um dos cartões postais mais famosos de São Paulo e realmente merece a visita. Porém, esse famoso ponto turístico é apenas o cenário para skatistas que diariamente visitam o Parque da Independência no pátio do museu. Com uma longa ladeira de aproximadamente 300 metros, o local já serviu inclusive para campeonatos de skate. O parque fica na Rua dos Patriotas, 548. É permitido andar de skate entre 8:00 e 11:00 / 17:00 as 19:00.

Guilherme Tetamanti
Blog: Viajando com Eles
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Confira todos os posts da série “Minha cidade, meu destino”.

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Minha cidade, meu destino: Fortaleza (Júnior Gomes | Diário de Mochileiro)

Quantas vezes você pensou em viajar dentro da própria cidade? Muitas vezes deixamos de aproveitar muitas coisas que estão debaixo dos nossos narizes, e foi por isto que convidei alguns amigos especiais para participarem da série “Minha cidade, meu destino”, onde cada um irá publicar 5 fotos e 5 dicas especiais. O nosso sexto convidado vai dar dicas de uma cidade muito especial, onde mora boa parte da minha família e considero um dos lugares mais bonitos do mundo! O meu brother Júnior Gomes do blog Diário de Mochileiro e do super projeto Domingão de Twittadas dá 5 super dicas sobre Fortaleza-CE! Confira:

Fiquei muito feliz em ver o retorno do Rodando pelo Mundo após seu “sabático paterno” e mais feliz ainda com o convite para participar do projeto Minha Cidade, Meu Destino. Sou muito suspeito para falar de minha terra natal, Fortaleza. Sou apaixonado por esse joia do nordeste brasileiro, seu povo, suas praias, sol o ano todo, a culinária… temos até um dicionário exclusivo do “ceares”! Então vamos ao que interessa, falar de 5 lugares com 5 fotos.

Tour pelo Centro de Fortaleza
Um dia desses junto com o Atila Ximenes do Blog Vou Contigo, fizemos um tour (a pé) pelo centro da cidade de Fortaleza e nos sentimos exatamente como turistas em nossa própria cidade. Descobrimos coisas bem interessantes e acabamos fazendo um guia desse roteiro. O melhor de tudo, gastamos quase nada! (Post sobre o Tour)

Central das Tapioqueiras
Só de escrever o texto desse tópico eu fiquei com água na boca. Pessoal, se você não gosta ou nunca provou Tapioca, aqui você vai ficar doidim! Essa é uma das paradas obrigatórias para todos que retornam das praias do litoral do Sol Nascente (Morro Branco, Canoa Quebrada, Praia das Fortes…). Aqui é possível escolher entre mais de 40 tipos de tapiocas. Tem para todos os gostos e bolsos. Tudo regado a um cafezinho sempre quentinho feito na hora. Ah, você não gosta de Tapioca?! Então escolha um cuscuz com queijo, sanduiches ou simplesmente ovos mexidos com algum acompanhamento. Na boa, vai nesse lugar, ele é tipicamente BBB. (Facebook da Central)

Jardim Japonês
Inaugurado em 2011, o Jardim Japonês é o mais novo atrativo de Fortaleza. Localizado na Beira Mar em frente às quadras de vôlei de praia, muito fácil de achar. Aproveite para caminhar no calçadão, tomar um bom sorvete na 50 Sabores e fazer compras na feirinha. (Post sobre o Jardim Japonês)

Ponte dos Ingleses ou Ponte Metálica
Para mim esse é um dos melhores por do sol de Fortaleza. Um lugar muito gostos para namorar, bater papo com amigos ou simplesmente apreciar a natureza. A ponte foi recentemente reformada, assim como a orla da Praia de Iracema onde a ponte está localizada. Quem vier visitar a ponte a partir de 2014, vai também contar com mais um grande equipamento turístico nessa região, o Aquário de Fortaleza. (Post no blog Outros Ares)

Praia do Futuro
Sei que esse é um dos lugares mais batidos nos posts que falam de Fortaleza, mas não poderia deixar de fora. Sem dúvida algum, não existe em lugar nenhum do mundo um lugar com a estrutura de barracas de praias que encontramos por aqui. Para mim um dos destaques é a Barraca CrocoBeach, um mega empreendimento a beira mar onde você tem todos os tipos de opções de comidas, bebidas e entretenimento. Não paga para entrar e os preços são acessíveis. Para quem estiver pela cidade às quintas, aproveite para saborear um delicioso caranguejo em uma das barracas dessa orla. Pra mim, a Barraca da Tia tem o melhor caranguejo da Praia do Futuro. O local é muito simples, fica na parte antiga da praia, mas o caranguejo é sensacional. (Barraca CrocoBeachPost do Outros AresLink Prefeitura)

Júnior Gomes
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